20/01/1970
A OBRA DA UNIFICAÇÃO
P - Pelo o que nos foi dado observar na Primeira Revelação do CEU - a significação do Decálogo na íntegra, de acordo com o original bíblico - a LBV prestará ao Brasil, e a toda Humanidade, um serviço de grandeza inapreciável. Quando sairá em livro a UNIFICAÇÃO DAS QUATRO REVELAÇÕES?
R - Diz o Espírito da Verdade que serão vários livros, porque o CEU reunirá neles todos os ensinos dos Guias Superiores. Por isso é que a obra não terá autores humanos: a Gloriosa Falange está procedendo a REVISÃO GERAL dos trabalhos realmente ditados por eles, expurgando-os de suas "infiltrações mediúnicas". Portanto, ninguém pode julgar o todo por qualquer das partes: Moisés, os Evangelistas e os Apóstolos AINDA TÊM MUITO A REVELAR À HUMANIDADE.
P - O homem tem direito a dispor da sua vida?
R - Não. O suicídio é transgressão da Lei de Deus; é a maior crueldade que o homem pode cometer contra si mesmo. O suicídio nasce do erro, alimenta-se da covardia e não a extingue. Covardia, egoísmo, orgulho, ceticismo e principalmente ignorância das Leis Divinas - eis as causas do suicídio.
P - E quando o suicídio tem por objetivo evitar o aparecimento de uma ação má?
R - O suicídio não esconde as culpas de ninguém. E, pelo contrário, neste caso há duas faltas, em vez de uma. Quem teve coragem para fazer o mal deve tê-la, também, para enfrentar as consequências.
P - Que devemos pensar daquele que se suicida para alcançar mais depressa outra vida melhor?
R - Somente pela prática do Bem pode o homem alcançar vida melhor. O suicida tem de começar tudo de novo.
P - Não é meritório o sacrifício da vida quando o fim dele é salvar a outrem ou ser útil ao semelhante?
R - Conforme a intenção real, diante de Deus, isso pode ser sublime. Só é perdoável o sacrifício da vida quando não é movido pelo egoísmo ou pelo orgulho: isto só mesmo Deus pode saber.
P - Qual o sentimento que, no instante da morte, prevalece na maioria dos homens: a dúvida, o temor ou a esperança?
R - Nos endurecidos - a dúvida; nos culpados - o temor; nos homens de bem - a esperança.
P - Depois da morte, as penas e os gozos da alma têm alguma coisa de material?
R - Não podem ser materiais porque a alma não é matéria. Essas penas e esses gozos, entretanto, são mil vezes mais sensíveis do que aqueles que se poderiam experimentar no mundo, pois no estado espiritual a alma é muito mais impressionável, visto não estar com suas sensações embotadas pela matéria.
P - O que é Espírito?
R - O princípio inteligente do Universo.
P - Qual a definição da matéria?
R - A matéria é o laço que prende o Espírito; é o instrumento de que este se serve e sobre o qual, ao mesmo tempo, exerce a sua atividade.
P - Há, então, dois elementos gerais no Universo - a matéria e o Espírito?
R - Sim, e acima de tudo - Deus. Mas, ao elemento material se tem de juntar o fluido universal, que desempenha o papel de intermediário entre o Espírito e a matéria propriamente dita, grosseira demais para que o Espírito possa exercer ação sobre ela.
P - Que se deve pensar do homem que, sem fazer o mal, também não se esforça por sacudir o jugo da matéria?
R - Permanece estacionado, e assim prolonga os sofrimentos da expiação.
P - Sempre reconhece as suas faltas, depois da morte, o homem perverso, que não as reconheceu durante a vida terrestre?
R - Claro que sim. E então sente todo o mal que fez ou de que se tornou causa involuntária.
P - Basta o arrependimento sincero, durante a vida, para apagar nossas faltas e Deus nos perdoar?
R - O arrependimento prepara a melhora do Espírito, mas não revoga a Lei de Deus: é preciso expiar todas as faltas cometidas.
P - E as faltas podem ser redimidas?
R - Sem dúvida, pela reparação. Mas o homem não se redime com algumas privações pueris nem com donativos, depois de sua morte, quando já não precisa mais deles. A perda de um dedo no trabalho resgata mais dívidas que o silício, durante anos seguidos, sem outro fim que o da própria conveniência, pois não beneficia a ninguém. Só com o Bem é que se pode reparar o mal.
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
18/01/1970
O CÉU E O INFERNO
P - Estamos ouvindo com atenção os programas radiofônicos da LBV, exatamente para assimilar os ensinamentos do CEU. Já estivemos pensando nas obras que seriam editadas com a matéria que a LBV irradiou, durante mais de 30 anos. Que diz?
R - Tudo tem sua hora, de acordo com os desígnios do Mestre. Tudo aquilo foi, apenas, a preparação do que hoje hoje pode ser escrito. foi necessário, em todos esses anos, usar de uma linguagem que todos pudessem entender, a fala do improviso para o "homem do povo". Agora, o Espírito da Verdade já tem ambiente para a sua comunicação final.
P - Existem o inferno e o paraíso, tais como a religião humana os representa e localiza?
R - Não existe uma determinação absoluta dos lugares de castigo e de recompensa, a não ser na imaginação dos que se encontram fora da realidade espiritual. As almas estão dissiminadas por todo o Universo.
P - Em que sentido devemos compreender a palavra céu?
R - Deveis considerar como céu o espaço universal, os planetas, as estrelas, todos os mundos superiores, onde as almas elevadas desfrutam a felicidade, sem as tribulações da vida material, as angústias inerentes à inferioridade. A Terra é um dos mundos de expiação; as almas que o habitam têm de lutar contra suas próprias perversidades e contra a inclemência da natureza - trabalho muito penoso, mas que serve para desenvolver as faculdades da inteligência e as qualidades do coração. Por esse modo, Deus faz que o castigo reverta em benefício do próprio Espírito.
P - Que se deve entender por purgatório?
R - É a expiação. A Terra é, para os culpados, um verdadeiro purgatório, onde eles resgatam seus débitos diante da Lei.
P - Que devemos compreender por alma penada?
R - Todo Espírito errante que sofre, incerto do seu futuro, é uma alma penada.
P - A bênção e a maldição podem atrair o Bem e o mal sobre aqueles a quem são endereçadas?
R - A Divina Providência jamais deixou de ser justiceira: a bênção somente pode alcançar aquele que se tornou digno dela; a maldição, também, só tem efeito contra aquele que se revelou malvado.
P - Por que Jesus expulsou os vendilhões do templo?
R - Para condenar o tráfico das coisas santas, sob qualquer disfarce com que se apresente. Deus não vende a sua bênção, nem o seu perdão, nem a entrada no céu; portanto, o homem (sacerdote ou leigo) não tem direito a receber paga das orações que faz em intenção de outrem.
P - Que se deve pensar do dogma "fora da igreja não há salvação"?
R - Esse dogma, exclusivista e absolutista, em vez de unir os homens, os divide; em vez de despertar o amor entre irmãos, sanciona e mantém o ódio entre os sectários das religiões, que se consideram reciprocamente "malditos" na eternidade, mesmo sendo parentes ou amigos no mundo. Ora, o denominador comum de todas as crenças, religiosas ou filosóficas, é o Novo Mandamento de Jesus: é a Caridade, é o Amor, é a Fraternidade, é a Liberdade, é a Igualdade. Preferimos universalizar a Verdade, proclamando: FORA DO NOVO MANDAMENTO NÃO HÁ SALVAÇÃO. E assim devolvemos ao Cristo o que é do Cristo.
P - Quais as consequências que produz o arrependimento, no estado espiritual?
R - O desejo de reparar as faltas cometidas contra o próximo, na vida terrena; pedido de uma nova encarnação, com esse fim.
P - A paternidade pode ser considerada missão?
R - Sem dúvida. É, ao mesmo tempo, responsabilidade muito grande que se toma para o futuro, pois os filhos são colocados sob a tutela dos pais para que estes os guiem no caminho do Bem.
P - Por que é que os homens mais inteligentes são, às vezes, ateus ou viciosos?
R - O Espírito pode ser adiantado num sentido (intelectual), e não em outro (moral). Mas, como todos têm de progredir intelectual e moralmente, com o tempo eles encontrarão a chave do equilíbrio.
P - Por que são materialistas tantos homens de ciência?
R - Porque julgam saber tudo, e não admitem que coisa alguma seja superior ao seu entendimento. Sua própria ciência os torna presunçosos, e esquecem que ela ridicularizou, em outros tempos, Colombo, Newton, Franklin e Jenner, como o fez neste século com os adeptos e pioneiros do hipnotismo. Que motivo há para estranhar que neguem a existência de Deus e da alma? Mas não há orgulho que não tenha fim.
O CÉU E O INFERNO
P - Estamos ouvindo com atenção os programas radiofônicos da LBV, exatamente para assimilar os ensinamentos do CEU. Já estivemos pensando nas obras que seriam editadas com a matéria que a LBV irradiou, durante mais de 30 anos. Que diz?
R - Tudo tem sua hora, de acordo com os desígnios do Mestre. Tudo aquilo foi, apenas, a preparação do que hoje hoje pode ser escrito. foi necessário, em todos esses anos, usar de uma linguagem que todos pudessem entender, a fala do improviso para o "homem do povo". Agora, o Espírito da Verdade já tem ambiente para a sua comunicação final.
P - Existem o inferno e o paraíso, tais como a religião humana os representa e localiza?
R - Não existe uma determinação absoluta dos lugares de castigo e de recompensa, a não ser na imaginação dos que se encontram fora da realidade espiritual. As almas estão dissiminadas por todo o Universo.
P - Em que sentido devemos compreender a palavra céu?
R - Deveis considerar como céu o espaço universal, os planetas, as estrelas, todos os mundos superiores, onde as almas elevadas desfrutam a felicidade, sem as tribulações da vida material, as angústias inerentes à inferioridade. A Terra é um dos mundos de expiação; as almas que o habitam têm de lutar contra suas próprias perversidades e contra a inclemência da natureza - trabalho muito penoso, mas que serve para desenvolver as faculdades da inteligência e as qualidades do coração. Por esse modo, Deus faz que o castigo reverta em benefício do próprio Espírito.
P - Que se deve entender por purgatório?
R - É a expiação. A Terra é, para os culpados, um verdadeiro purgatório, onde eles resgatam seus débitos diante da Lei.
P - Que devemos compreender por alma penada?
R - Todo Espírito errante que sofre, incerto do seu futuro, é uma alma penada.
P - A bênção e a maldição podem atrair o Bem e o mal sobre aqueles a quem são endereçadas?
R - A Divina Providência jamais deixou de ser justiceira: a bênção somente pode alcançar aquele que se tornou digno dela; a maldição, também, só tem efeito contra aquele que se revelou malvado.
P - Por que Jesus expulsou os vendilhões do templo?
R - Para condenar o tráfico das coisas santas, sob qualquer disfarce com que se apresente. Deus não vende a sua bênção, nem o seu perdão, nem a entrada no céu; portanto, o homem (sacerdote ou leigo) não tem direito a receber paga das orações que faz em intenção de outrem.
P - Que se deve pensar do dogma "fora da igreja não há salvação"?
R - Esse dogma, exclusivista e absolutista, em vez de unir os homens, os divide; em vez de despertar o amor entre irmãos, sanciona e mantém o ódio entre os sectários das religiões, que se consideram reciprocamente "malditos" na eternidade, mesmo sendo parentes ou amigos no mundo. Ora, o denominador comum de todas as crenças, religiosas ou filosóficas, é o Novo Mandamento de Jesus: é a Caridade, é o Amor, é a Fraternidade, é a Liberdade, é a Igualdade. Preferimos universalizar a Verdade, proclamando: FORA DO NOVO MANDAMENTO NÃO HÁ SALVAÇÃO. E assim devolvemos ao Cristo o que é do Cristo.
P - Quais as consequências que produz o arrependimento, no estado espiritual?
R - O desejo de reparar as faltas cometidas contra o próximo, na vida terrena; pedido de uma nova encarnação, com esse fim.
P - A paternidade pode ser considerada missão?
R - Sem dúvida. É, ao mesmo tempo, responsabilidade muito grande que se toma para o futuro, pois os filhos são colocados sob a tutela dos pais para que estes os guiem no caminho do Bem.
P - Por que é que os homens mais inteligentes são, às vezes, ateus ou viciosos?
R - O Espírito pode ser adiantado num sentido (intelectual), e não em outro (moral). Mas, como todos têm de progredir intelectual e moralmente, com o tempo eles encontrarão a chave do equilíbrio.
P - Por que são materialistas tantos homens de ciência?
R - Porque julgam saber tudo, e não admitem que coisa alguma seja superior ao seu entendimento. Sua própria ciência os torna presunçosos, e esquecem que ela ridicularizou, em outros tempos, Colombo, Newton, Franklin e Jenner, como o fez neste século com os adeptos e pioneiros do hipnotismo. Que motivo há para estranhar que neguem a existência de Deus e da alma? Mas não há orgulho que não tenha fim.
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
17/01/1970
O AMOR UNIVERSAL
P - Observamos que a Revelação do Novo Mandamento aclara, de modo extraordinário, o entendimento das Sagradas Escrituras. Como o CEU da LBV define a Caridade, como a entendia Jesus?
R - Sem o Novo Mandamento não teria mais sentido as Escrituras, na Era Apocalíptica. Ele é TODA A CARIDADE, porque é o Amor Universal acima de todas as concepções mesquinhas, dos homens e credos sectarizados. Não é só benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições humanas e perdão das ofensas, é como afirma o próprio Cristo: "Ninguém tem maior amor do que este - DAR A SUA PRÓPRIA VIDA PELOS AMIGOS E PELOS INIMIGOS". Esta é a significação real do seu "Amai-vos uns aos outros, como Eu vos amei"; esta é a Caridade autêntica do Novo Mandamento, como Quarta e Última Revelação deste fim de ciclo. Aprimora e supera os dois grandes mandamentos da Lei de Moisés: "Amar a Deus e ao próximo como a si mesmo". Por isso conclui Jesus: QUEM CUMPRE O MEU MANDAMENTO NÃO MORRERÁ MAIS - JÁ PASSOU DA MORTE PARA A VIDA.
P - Como devemos considerar a esmola?
R - O verdadeiro cristão, que vive a Caridade do Novo Mandamento, vai ao encontro dos caídos na desgraça, sem esperar que lhe estendam a mão. E o faz no cumprimento de um dever, sem esperar recompensa, como ensinou o Mestre: "Que a mão esquerda ignore o que dá a direita". Basta que Deus saiba.
P - É natural o direito de possuir bens de fortuna?
R - Sim, quando isso é feito dentro da Lei Divina, em benefício da Humanidade. Deus Todo-Poderoso tem todos os bens, todas as fortunas do Universo, e distribui tudo com TODOS OS SEUS FILHOS. A estes cabe compreender.
P - Qual o caráter da propriedade legítima?
R - Só a legítima propriedade que se adquire pela inteligência e pelo trabalho, sem prejuízo de outrem.
P - À parte certos defeitos e vícios, qual o sinal mais característico da imperfeição do homem?
R - O apego extremado às coisas materiais, causado pelo egoísmo sem limites, pelo interesse pessoal exclusivista, tal é a marca da inferioridade do homem.
P - Encontra-se em grau de adiantamento quem faz o bem pelo prazer de amar a Deus e ao próximo, desinteressadamente?
R - Sim, é bem mais evoluído que aquele que faz o bem calculado, não por impulso natural do coração.
P - Há culpabilidade em estudar e criticar os defeitos alheios?
R - Se isso é feito com objetivo de humilhar a sagrada pessoa humana, há muita culpabilidade. Mas, se isso visa a que outros não caiam nos mesmos erros, pode ser útil. É preciso, porém, muito cuidado, como adverte o Senhor: "Não julgueis, para não serdes julgados". Só mesmo Deus pode julgar a cada um de seus filhos.
P - Pode o homem, pelos seus esforços, vencer suas más inclinações?
R - Sem dúvida, o homem que se dispõe a isso, é sempre ajudado pelos bons Espíritos. Geralmente, o que lhe falta é Boa Vontade.
P - Entre os defeitos, ou imperfeições da alma, qual o que pode ser considerado principal?
R - O egoísmo, a marca inconfundível da ignorância espiritual. Do egoísmo é que provém todos os males. Estudando as imperfeições em geral, vemos que - no fundo de todas elas - reside o egoísmo, sempre incompatível com a Justiça, o Amor e a Caridade.
P - Qual o meio de destruir o egoísmo?
R - O egoísmo diminui com o esclarecimento espiritual, com o predomínio da vida moral sobre a vida material. E desaparecerá com o conhecimento, que o Espírito da Verdade traz sobre o estado futuro, real, da criatura humana depois da morte, sem as fantasias ou ficções alegóricas, da falsa religião. Desde que sejam bem compreendidas, as Quatro Revelações solucionam os problemas humanos e sociais, fazendo com que o personalismo desapareça na grandeza do conjunto.
P - Quais são as verdadeiras características do homem de Bem?
R - O verdadeiro homem de Bem é o que - com Boa Vontade - pratica as Leis Divinas, vivendo o Novo Mandamento de Jesus. É aquele que, interrogando sua consciência, sente-se desobrigado das más ações, tais como ter violado a Lei de Deus, ter procedido mal, ter deixado de fazer todo o bem possível, ter dado motivo a que se queixem dele e, enfim, ter deixado de fazer aos outros tudo o que desejaria que lhe fizessem.
O AMOR UNIVERSAL
P - Observamos que a Revelação do Novo Mandamento aclara, de modo extraordinário, o entendimento das Sagradas Escrituras. Como o CEU da LBV define a Caridade, como a entendia Jesus?
R - Sem o Novo Mandamento não teria mais sentido as Escrituras, na Era Apocalíptica. Ele é TODA A CARIDADE, porque é o Amor Universal acima de todas as concepções mesquinhas, dos homens e credos sectarizados. Não é só benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições humanas e perdão das ofensas, é como afirma o próprio Cristo: "Ninguém tem maior amor do que este - DAR A SUA PRÓPRIA VIDA PELOS AMIGOS E PELOS INIMIGOS". Esta é a significação real do seu "Amai-vos uns aos outros, como Eu vos amei"; esta é a Caridade autêntica do Novo Mandamento, como Quarta e Última Revelação deste fim de ciclo. Aprimora e supera os dois grandes mandamentos da Lei de Moisés: "Amar a Deus e ao próximo como a si mesmo". Por isso conclui Jesus: QUEM CUMPRE O MEU MANDAMENTO NÃO MORRERÁ MAIS - JÁ PASSOU DA MORTE PARA A VIDA.
P - Como devemos considerar a esmola?
R - O verdadeiro cristão, que vive a Caridade do Novo Mandamento, vai ao encontro dos caídos na desgraça, sem esperar que lhe estendam a mão. E o faz no cumprimento de um dever, sem esperar recompensa, como ensinou o Mestre: "Que a mão esquerda ignore o que dá a direita". Basta que Deus saiba.
P - É natural o direito de possuir bens de fortuna?
R - Sim, quando isso é feito dentro da Lei Divina, em benefício da Humanidade. Deus Todo-Poderoso tem todos os bens, todas as fortunas do Universo, e distribui tudo com TODOS OS SEUS FILHOS. A estes cabe compreender.
P - Qual o caráter da propriedade legítima?
R - Só a legítima propriedade que se adquire pela inteligência e pelo trabalho, sem prejuízo de outrem.
P - À parte certos defeitos e vícios, qual o sinal mais característico da imperfeição do homem?
R - O apego extremado às coisas materiais, causado pelo egoísmo sem limites, pelo interesse pessoal exclusivista, tal é a marca da inferioridade do homem.
P - Encontra-se em grau de adiantamento quem faz o bem pelo prazer de amar a Deus e ao próximo, desinteressadamente?
R - Sim, é bem mais evoluído que aquele que faz o bem calculado, não por impulso natural do coração.
P - Há culpabilidade em estudar e criticar os defeitos alheios?
R - Se isso é feito com objetivo de humilhar a sagrada pessoa humana, há muita culpabilidade. Mas, se isso visa a que outros não caiam nos mesmos erros, pode ser útil. É preciso, porém, muito cuidado, como adverte o Senhor: "Não julgueis, para não serdes julgados". Só mesmo Deus pode julgar a cada um de seus filhos.
P - Pode o homem, pelos seus esforços, vencer suas más inclinações?
R - Sem dúvida, o homem que se dispõe a isso, é sempre ajudado pelos bons Espíritos. Geralmente, o que lhe falta é Boa Vontade.
P - Entre os defeitos, ou imperfeições da alma, qual o que pode ser considerado principal?
R - O egoísmo, a marca inconfundível da ignorância espiritual. Do egoísmo é que provém todos os males. Estudando as imperfeições em geral, vemos que - no fundo de todas elas - reside o egoísmo, sempre incompatível com a Justiça, o Amor e a Caridade.
P - Qual o meio de destruir o egoísmo?
R - O egoísmo diminui com o esclarecimento espiritual, com o predomínio da vida moral sobre a vida material. E desaparecerá com o conhecimento, que o Espírito da Verdade traz sobre o estado futuro, real, da criatura humana depois da morte, sem as fantasias ou ficções alegóricas, da falsa religião. Desde que sejam bem compreendidas, as Quatro Revelações solucionam os problemas humanos e sociais, fazendo com que o personalismo desapareça na grandeza do conjunto.
P - Quais são as verdadeiras características do homem de Bem?
R - O verdadeiro homem de Bem é o que - com Boa Vontade - pratica as Leis Divinas, vivendo o Novo Mandamento de Jesus. É aquele que, interrogando sua consciência, sente-se desobrigado das más ações, tais como ter violado a Lei de Deus, ter procedido mal, ter deixado de fazer todo o bem possível, ter dado motivo a que se queixem dele e, enfim, ter deixado de fazer aos outros tudo o que desejaria que lhe fizessem.
terça-feira, 21 de outubro de 2014
16/01/1970
BÍBLIA, BOA VONTADE, NOVO MANDAMENTO
P - Temos observado a síntese admirável da LBV: "A Bíblia por princípio, a Boa Vontade por base, o Novo Mandamento por fim". Como o CEU explica isso ao povo?
R - O Positivismo prestou grandes serviços à Humanidade, principalmente no campo espiritual. Contemporâneos, Kardec, Comte e Roustaing ensinaram aos povos a examinar cientificamente as religiões. A Lei dos Três Estados ainda hoje faz sentir os seus efeitos, abalando os alicerces das crenças meramente humanas, sem nenhum amparo nas Leis Naturais. O lema positivista permanece, com um sentido altamente espiritual: o Amor por princípio, a Ordem por base, o Progresso por fim. Ora, toda a Doutrina do Amor está contida nas Sagrdas Escrituras, Velho e Novo Testamentos da Bíblia; Ordem, neste planeta, só a conseguem os povos e nações pela prática irrecusável da Boa Vontade; Progresso, evidentemente, significa a felicidade de todos os homens, e isto se concretiza no Amor Universal, o Novo Mandamento do Cristo de Deus. Daí a síntese da LBV, abençoada pelo Espírito da Verdade: A BÍBLIA POR PRINCÍPIO, A BOA VONTADE POR BASE, O NOVO MANDAMENTO POR FIM.
P - Pode o homem gozar, neste mundo, a felicidade perfeita?
R - Infelizmente, não. Mas depende do homem amenizar os seus males, ser tão feliz quanto possível, num plano de expiações como a Terra. Na maioria esmagadora dos casos, o homem é o causador da sua própria desgraça; mas, praticando o Bem, evita muitos males e proporciona a si mesmo a PAZ prometida aos Homens de Boa Vontade, ainda nesta existência grosseira. Se quereis ser felizes, sede bons, fazendo os outros felizes - eis a regra geral para todos. Se sofrerdes, mesmo cumprindo os vossos deveres, lembrai-vos do que Jesus sofreu por todos vós. Por tudo isso, deveis saber confiar e esperar, porque Deus vos dará o galardão da Vida Eterna.
P - Existe medida comum de felicidade para todos os homens?
R - Sim: na vida material, a posse do necessário; na vida moral, a consciência limpa; na vida espiritual, a certeza do futuro feliz.
P - Por que, em toda a Humanidade, as classes que sofrem são mais numerosas do que as felizes?
R - Não vos enganeis: ninguém é completamente feliz. Muita gente vos parece feliz; mas essa "felicidade" encobre grandes sofrimentos, que estais longe de compreender. Recordai que a dor é condição da Terra, lugar de expiação dos Espíritos atrasados, e aguardai mais um pouco: já se aproxima a grande separação do trigo e do joio, das ovelhas e dos bodes. É a Lei em marcha, dando a cada um de acordo com suas obras.
P - De onde provém, em tantas pessoas, o medo da morte?
R - Não há motivo para se temer a morte. Entretanto, isso também é consequência do temor do inferno, que lhes incutiram, desde a infância, os inquisidores da religião. Essas pessoas, quando chegam à idade da razão, não podem admitir tal inferno, e se tornam atéias ou materialistas: julgam, assim, que nada existe fora da vida presente. Mas àquele que for justo, diante de Deus, a morte não inspira medo algum, pois sua fé o induz a certeza do futuro: a Caridade que praticou, na vivência permanente do Novo Mandamento, lhe assegura que, na verdadeira vida - a espiritual - não achará ninguém cuja presença deve temer.
P - Que devemos pensar do homem carnal ou materialista?
R - Esse infeliz, totalmente apegado à vida corporal, só encontra penas e gozos materiais no mundo. Sua ambição consiste em satisfazer TODOS seus desejos, dentro do sadismo e do masoquismo em que vive, completamente alucinado. Sua alma, constantemente preocupada, afetada pelas vicissitudes da vida, está numa contínua ansiedade, num perpétuo tormento. A morte o horroriza, porque duvida do seu futuro e deixa na Terra todos os seus gozos e esperanças. É a desgraça maior.
P - De onde provém o desgosto da vida?
R - Da falta de fé no futuro, porque não sabem o que fazem no mundo: nem por que nasceram, nem por que vivem, nem por que morrerão. Gente assim, habituada à ociosidade, prova que "cérebro desocupado é oficina de Satanás": esse desgosto da vida já é o inferno interior.
P - Que é o materialismo?
R - É a consequência dos erros e crueldades da falsa religião. Como revide, tornou-se o materialismo a bandeira dos desiludidos e desesperados. A doutrina materialista é, agora, a sanção do egoísmo, a negação da Caridade, a justificação do suicídio e de todas as formas do homicídio. Já a Verdade do Cristianismo Real, o Cristianismo do Cristo, poderá salvar os materialistas na Era do Apocalipse.
BÍBLIA, BOA VONTADE, NOVO MANDAMENTO
P - Temos observado a síntese admirável da LBV: "A Bíblia por princípio, a Boa Vontade por base, o Novo Mandamento por fim". Como o CEU explica isso ao povo?
R - O Positivismo prestou grandes serviços à Humanidade, principalmente no campo espiritual. Contemporâneos, Kardec, Comte e Roustaing ensinaram aos povos a examinar cientificamente as religiões. A Lei dos Três Estados ainda hoje faz sentir os seus efeitos, abalando os alicerces das crenças meramente humanas, sem nenhum amparo nas Leis Naturais. O lema positivista permanece, com um sentido altamente espiritual: o Amor por princípio, a Ordem por base, o Progresso por fim. Ora, toda a Doutrina do Amor está contida nas Sagrdas Escrituras, Velho e Novo Testamentos da Bíblia; Ordem, neste planeta, só a conseguem os povos e nações pela prática irrecusável da Boa Vontade; Progresso, evidentemente, significa a felicidade de todos os homens, e isto se concretiza no Amor Universal, o Novo Mandamento do Cristo de Deus. Daí a síntese da LBV, abençoada pelo Espírito da Verdade: A BÍBLIA POR PRINCÍPIO, A BOA VONTADE POR BASE, O NOVO MANDAMENTO POR FIM.
P - Pode o homem gozar, neste mundo, a felicidade perfeita?
R - Infelizmente, não. Mas depende do homem amenizar os seus males, ser tão feliz quanto possível, num plano de expiações como a Terra. Na maioria esmagadora dos casos, o homem é o causador da sua própria desgraça; mas, praticando o Bem, evita muitos males e proporciona a si mesmo a PAZ prometida aos Homens de Boa Vontade, ainda nesta existência grosseira. Se quereis ser felizes, sede bons, fazendo os outros felizes - eis a regra geral para todos. Se sofrerdes, mesmo cumprindo os vossos deveres, lembrai-vos do que Jesus sofreu por todos vós. Por tudo isso, deveis saber confiar e esperar, porque Deus vos dará o galardão da Vida Eterna.
P - Existe medida comum de felicidade para todos os homens?
R - Sim: na vida material, a posse do necessário; na vida moral, a consciência limpa; na vida espiritual, a certeza do futuro feliz.
P - Por que, em toda a Humanidade, as classes que sofrem são mais numerosas do que as felizes?
R - Não vos enganeis: ninguém é completamente feliz. Muita gente vos parece feliz; mas essa "felicidade" encobre grandes sofrimentos, que estais longe de compreender. Recordai que a dor é condição da Terra, lugar de expiação dos Espíritos atrasados, e aguardai mais um pouco: já se aproxima a grande separação do trigo e do joio, das ovelhas e dos bodes. É a Lei em marcha, dando a cada um de acordo com suas obras.
P - De onde provém, em tantas pessoas, o medo da morte?
R - Não há motivo para se temer a morte. Entretanto, isso também é consequência do temor do inferno, que lhes incutiram, desde a infância, os inquisidores da religião. Essas pessoas, quando chegam à idade da razão, não podem admitir tal inferno, e se tornam atéias ou materialistas: julgam, assim, que nada existe fora da vida presente. Mas àquele que for justo, diante de Deus, a morte não inspira medo algum, pois sua fé o induz a certeza do futuro: a Caridade que praticou, na vivência permanente do Novo Mandamento, lhe assegura que, na verdadeira vida - a espiritual - não achará ninguém cuja presença deve temer.
P - Que devemos pensar do homem carnal ou materialista?
R - Esse infeliz, totalmente apegado à vida corporal, só encontra penas e gozos materiais no mundo. Sua ambição consiste em satisfazer TODOS seus desejos, dentro do sadismo e do masoquismo em que vive, completamente alucinado. Sua alma, constantemente preocupada, afetada pelas vicissitudes da vida, está numa contínua ansiedade, num perpétuo tormento. A morte o horroriza, porque duvida do seu futuro e deixa na Terra todos os seus gozos e esperanças. É a desgraça maior.
P - De onde provém o desgosto da vida?
R - Da falta de fé no futuro, porque não sabem o que fazem no mundo: nem por que nasceram, nem por que vivem, nem por que morrerão. Gente assim, habituada à ociosidade, prova que "cérebro desocupado é oficina de Satanás": esse desgosto da vida já é o inferno interior.
P - Que é o materialismo?
R - É a consequência dos erros e crueldades da falsa religião. Como revide, tornou-se o materialismo a bandeira dos desiludidos e desesperados. A doutrina materialista é, agora, a sanção do egoísmo, a negação da Caridade, a justificação do suicídio e de todas as formas do homicídio. Já a Verdade do Cristianismo Real, o Cristianismo do Cristo, poderá salvar os materialistas na Era do Apocalipse.
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
15/01/1970
RENOVAR OU MORRER
P - Sabemos que Jesus lhe deu as mediunidades necessárias à obra de UNIFICAÇÃO DAS QUATRO REVELAÇÕES. Do contrário, o senhor não poderia localizar as "infiltrações mediúnicas" nas obras de Kardec e Roustaing. Estamos certos?
R - Sim, o que prova que sou mero instrumento nas santas mãos do Senhor. É preciso, em obras importantes do Espírito da Verdade, eliminar o personalismo a vaidade, o orgulho, o egoísmo e, principalmente, o sectarismo dos homens. Esta é a condição fundamental, imposta pelo Espírito Santo. As forças divinas não têm tempo a perder com os "mestres" humanos, culpados de tanta confusão, em detrimento do plano restaurador da Verdade. Agora, mais do que nunca, o Cristo faz valer sua Boa Vontade, advertindo: RENOVAR OU MORRER. É o lema do Centro Espiritual Universalista, o CEU da LBV.
P - Hoje compreendemos o caráter anti-sectário da Legião da Boa Vontade. Se o Presidente da LBV pertencesse a qualquer das crenças religiosas, existentes no mundo, não poderia ser escolhido para a Obra de Unificação Final do Ciclo. Não é assim?
R - Evidentemente. Tenho de me colocar na posição de Jesus, diante de todos os credos humanos. Amando a todos, sim, mas colocando o Cristo acima deles, acima de todos os "iluminados", neste mundo que ainda é o GRANDE MANICÔMIO. É melhor, portanto, marchar sempre com o Espírito da Verdade.
P - A vida social é uma das Leis Naturais?
R - Sem dúvida: todos os homens devem contribuir para o progresso, ajudando-se mutuamente pela prática do Novo Mandamento.
P - O progresso moral segue o progresso intelectual?
R - Sim, é a sua consequência; mas nem sempre o segue imediatamente.
P - Como pode o progresso intelectual conduzir ao progresso moral?
R - Desde que o homem compreenda o Bem e o mal, pode então escolher. O desenvolvimento do livre arbítrio segue o da inteligência e aumenta a responsabilidade das suas ações.
P - Pode o homem deter a marcha do progresso?
R - Não, porque a ninguém é dado neutralizar uma Lei de Deus. Mas o homem pode, como instrumento das forças do mal, colocar sérios obstáculos na marcha. Daí a necessidade da oração e da vigilância, como no caso da LBV.
P - Não parece, às vezes, que o homem retrocede, em vez de se adiantar, pelo menos sob o ponto de vista moral?
R - O homem progride sempre, mesmo sem o querer, pois cada dia ele compreende melhor o mal, e a todo instante é levado a reformar as suas leis. É essa compreensão que lhe mostra a necessidade das reformas, inspiradas pelo bem comum.
P - Os homens são todos iguais perante a Deus?
R - Sem nenhuma dúvida. Todos têm um mesmo princípio e um mesmo destino final. As Leis de Deus são iguais para todos, sem qualquer exceção.
P - Por que Deus não deu as mesmas aptidões a todos os homens?
R - O Pai deu iguais aptidões a todos os seus filhos, mas cada um deles tem vivido mais ou menos tempo, conforme a soma das suas encarnações. A diferença provém, portanto, do seu grau de experiência e da vontade resultante do livre arbítrio de cada um. É por isso que os mais adiantados têm maiores aptidões do que os outros.
P - Será possível, como quer o materialismo, estabelecer a igualdade absoluta das riquezas?
R - Não, porque se opõem a isso as Leis Divinas, que regulam todos os destinos humanos, com uma perfeição que excede a todo entendimento. Os homens passam por todas as provas, necessárias ao seu aperfeiçoamento, na pobreza ou na riqueza, na inteligência ou na ignorância, na fealdade ou na beleza. Cada um vai colher exatamente o que semeou.
P - Que devemos pensar dos que acreditam ser esse o remédio para os males da sociedade humana?
R - Esses estão iludidos pelas quimeras de Satanás, que é a ignorância gerando o mal em todas as suas manifestações. NINGUÉM PODE IGUALAR OS DESIGUAIS. O remédio perfeito é o conhecimento da Verdade nas Quatro Revelações do Cristo de Deus.
P - O homem e a mulher são iguais diante de Deus e têm os mesmos direitos?
R - Sem dúvida alguma, porque Deus a ambos deu inteligência, para distinguir o Bem do mal, e a faculdade de progredir.
P - Qual a razão da inferioridade da mulher em certos povos?
R - O império injusto e cruel que o homem exerce sobre ela, resultados das instituições sociais geradas pelo abuso dos fortes contra os fracos. Já foi pior, será cada vez melhor para a mulher, dentro da Lei do Progresso.
P - Com que fim é a mulher, em geral, mais débil fisicamente do que o homem?
R - Para que ela possa exercer outra espécie de trabalhos, mais leves e delicados. Ao homem, geralmente, cabem os trabalhos mais rudes.
P - A debilidade física da mulher não a coloca, naturalmente, sob a dependência do homem?
R - Sim. Mas, se a natureza dotou o homem com mais força, é para que ele proteja a mulher, não para que a escravize.
P - As funções a que está destinada a mulher, para com seus filhos, têm tanta importância quanto as que estão reservadas ao homem?
R - São muito mais importantes: a mulher é quem dá aos filhos as primeiras noções da vida.
P - Deve a legislação, para ser justa, consagrar igualdade de direitos e funções à mulher e ao homem?
R - De direitos, sim; de funções, não. Cada qual deve ter as ocupações que lhes são próprias, segundo as suas aptidões. A emancipação da mulher assinala o progresso social; sua escravização denuncia lamentável atraso.
RENOVAR OU MORRER
P - Sabemos que Jesus lhe deu as mediunidades necessárias à obra de UNIFICAÇÃO DAS QUATRO REVELAÇÕES. Do contrário, o senhor não poderia localizar as "infiltrações mediúnicas" nas obras de Kardec e Roustaing. Estamos certos?
R - Sim, o que prova que sou mero instrumento nas santas mãos do Senhor. É preciso, em obras importantes do Espírito da Verdade, eliminar o personalismo a vaidade, o orgulho, o egoísmo e, principalmente, o sectarismo dos homens. Esta é a condição fundamental, imposta pelo Espírito Santo. As forças divinas não têm tempo a perder com os "mestres" humanos, culpados de tanta confusão, em detrimento do plano restaurador da Verdade. Agora, mais do que nunca, o Cristo faz valer sua Boa Vontade, advertindo: RENOVAR OU MORRER. É o lema do Centro Espiritual Universalista, o CEU da LBV.
P - Hoje compreendemos o caráter anti-sectário da Legião da Boa Vontade. Se o Presidente da LBV pertencesse a qualquer das crenças religiosas, existentes no mundo, não poderia ser escolhido para a Obra de Unificação Final do Ciclo. Não é assim?
R - Evidentemente. Tenho de me colocar na posição de Jesus, diante de todos os credos humanos. Amando a todos, sim, mas colocando o Cristo acima deles, acima de todos os "iluminados", neste mundo que ainda é o GRANDE MANICÔMIO. É melhor, portanto, marchar sempre com o Espírito da Verdade.
P - A vida social é uma das Leis Naturais?
R - Sem dúvida: todos os homens devem contribuir para o progresso, ajudando-se mutuamente pela prática do Novo Mandamento.
P - O progresso moral segue o progresso intelectual?
R - Sim, é a sua consequência; mas nem sempre o segue imediatamente.
P - Como pode o progresso intelectual conduzir ao progresso moral?
R - Desde que o homem compreenda o Bem e o mal, pode então escolher. O desenvolvimento do livre arbítrio segue o da inteligência e aumenta a responsabilidade das suas ações.
P - Pode o homem deter a marcha do progresso?
R - Não, porque a ninguém é dado neutralizar uma Lei de Deus. Mas o homem pode, como instrumento das forças do mal, colocar sérios obstáculos na marcha. Daí a necessidade da oração e da vigilância, como no caso da LBV.
P - Não parece, às vezes, que o homem retrocede, em vez de se adiantar, pelo menos sob o ponto de vista moral?
R - O homem progride sempre, mesmo sem o querer, pois cada dia ele compreende melhor o mal, e a todo instante é levado a reformar as suas leis. É essa compreensão que lhe mostra a necessidade das reformas, inspiradas pelo bem comum.
P - Os homens são todos iguais perante a Deus?
R - Sem nenhuma dúvida. Todos têm um mesmo princípio e um mesmo destino final. As Leis de Deus são iguais para todos, sem qualquer exceção.
P - Por que Deus não deu as mesmas aptidões a todos os homens?
R - O Pai deu iguais aptidões a todos os seus filhos, mas cada um deles tem vivido mais ou menos tempo, conforme a soma das suas encarnações. A diferença provém, portanto, do seu grau de experiência e da vontade resultante do livre arbítrio de cada um. É por isso que os mais adiantados têm maiores aptidões do que os outros.
P - Será possível, como quer o materialismo, estabelecer a igualdade absoluta das riquezas?
R - Não, porque se opõem a isso as Leis Divinas, que regulam todos os destinos humanos, com uma perfeição que excede a todo entendimento. Os homens passam por todas as provas, necessárias ao seu aperfeiçoamento, na pobreza ou na riqueza, na inteligência ou na ignorância, na fealdade ou na beleza. Cada um vai colher exatamente o que semeou.
P - Que devemos pensar dos que acreditam ser esse o remédio para os males da sociedade humana?
R - Esses estão iludidos pelas quimeras de Satanás, que é a ignorância gerando o mal em todas as suas manifestações. NINGUÉM PODE IGUALAR OS DESIGUAIS. O remédio perfeito é o conhecimento da Verdade nas Quatro Revelações do Cristo de Deus.
P - O homem e a mulher são iguais diante de Deus e têm os mesmos direitos?
R - Sem dúvida alguma, porque Deus a ambos deu inteligência, para distinguir o Bem do mal, e a faculdade de progredir.
P - Qual a razão da inferioridade da mulher em certos povos?
R - O império injusto e cruel que o homem exerce sobre ela, resultados das instituições sociais geradas pelo abuso dos fortes contra os fracos. Já foi pior, será cada vez melhor para a mulher, dentro da Lei do Progresso.
P - Com que fim é a mulher, em geral, mais débil fisicamente do que o homem?
R - Para que ela possa exercer outra espécie de trabalhos, mais leves e delicados. Ao homem, geralmente, cabem os trabalhos mais rudes.
P - A debilidade física da mulher não a coloca, naturalmente, sob a dependência do homem?
R - Sim. Mas, se a natureza dotou o homem com mais força, é para que ele proteja a mulher, não para que a escravize.
P - As funções a que está destinada a mulher, para com seus filhos, têm tanta importância quanto as que estão reservadas ao homem?
R - São muito mais importantes: a mulher é quem dá aos filhos as primeiras noções da vida.
P - Deve a legislação, para ser justa, consagrar igualdade de direitos e funções à mulher e ao homem?
R - De direitos, sim; de funções, não. Cada qual deve ter as ocupações que lhes são próprias, segundo as suas aptidões. A emancipação da mulher assinala o progresso social; sua escravização denuncia lamentável atraso.
domingo, 19 de outubro de 2014
14/01/1970
ESPÍRITO E VIDA
P - A LBV - principalmente agora com o CEU - já poderia ter editado em livros sua vasta produção, de cunho espiritual tão elevado. Por que não o fez?
R - Porque não autorizei tais edições. Não era chegada a hora. Doravante, sim, pode a LBV pensar no assunto, selecionando O QUE SEJA DIGNO da aprovação de Jesus, em benefício do Brasil e do Mundo. As palavras do Mestre, como ele mesmo afirmou, são Espírito e Vida. Assim as da LBV: depois de vinte anos de lutas, num trabalho de pioneirismo indiscutível, pôde finalmente abrir as portas do CEU, iniciando a gigantesca obra da UNIFICAÇÃO DAS QUATRO REVELAÇÕES DO CRISTO DE DEUS. Estas palavras terão de correr o mundo, nesta Era Apocalíptica, porque são Espírito e Vida, para todo o sempre. A HORA CHEGOU, diz o Espírito da Verdade.
P - O homem tem o direito de cercear a liberdade de consciência?
R - Jamais. Toda coação, nesse sentido, é crime contra a Lei de Deus. Assim, também, o homem não tem o direito de impedir as manifestações do pensamento, desde que visem ao bem de todos: liberdade com responsabilidade, direitos com deveres.
P - É respeitável toda e qualquer crença, embora reconhecidamente falsa?
R - Sim, quando é sincera e conduz à prática do Bem, pois vários são os graus de evolução espiritual. As crenças condenáveis são as que conduzem ao mal. Só o conhecimento da Verdade Total pode e sabe distinguir entre o falso e o correto, o certo e o errado, em todas as crenças de homem ou verdade de cada um.
P - Somos responsáveis por escandalizar, sem motivo, os crentes que não pensam como nós?
R - Sim, porque isso é atentar contra a liberdade de consciência e faltar à Caridade, ensinada e exemplificada pelo Mestre e Senhor.
P - Pelo respeito à liberdade de consciência, devemos permitir que se propaguem doutrinas perniciosas?
R - Nada acontece por acaso. Tais doutrinas cairão por si mesmas, como a casa edificada sobre a areia.
P - Sem atentar contra à liberdade de consciência, podemos atrair ao caminho da Verdade aqueles que se acham desviados por falsos princípios?
R - Podeis e deveis. Isso, porém, deve ser feito de acordo com o exemplo de Jesus, isto é, com Boa Vontade, nunca pela força, que é pior do que a crença daqueles a quem se procura salvar. Se é permitido impor alguma coisa, é o Bem, é a Fraternidade, em suma - o Amor do Novo Mandamento, pela convicção, NUNCA PELA VIOLÊNCIA.
P - Visto julgar-se cada religião A ÚNICA EXPRESSÃO DA VERDADE, como se pode distinguir a que tem o direito de se apresentar como tal?
R - O Cristo ensinou o melhor processo: Conhecereis a árvore pelos seus frutos. A melhor religião (ou doutrina) é a que faz MAIS HOMENS DE BEM, sinceros e não hipócritas, isto é: a que vive o Novo Mandamento de Jesus, a Lei do Amor e da Caridade, em toda sua extensão, em sua aplicação mais elevada. Toda doutrina que produzir, em suas consequências, a desunião, o ódio fratricida, estabelecendo demarcação entre os homens, não pode deixar de ser falsa e perniciosa. É doutrina de homens e maus Espíritos: NÃO É DE JESUS, NÃO É DE DEUS.
P - De onde nasce o desejo de perpetuar com monumentos fúnebres a mémória dos seres que abandonaram a Terra?
R - É o último ato do orgulho humano, gerado pelas convenções sociais. Não se deve, porém, atribuir aos que partilham essa responsabilidade: pode ser iniciativa dos parentes, que se querem vangloriar ainda na morte. Nem sempre se fazem tais demonstrações por consideração ao morto: elas também se dão por amor próprio, por alarde das riquezas dos que ficam. Poderão esses belos monumentos salvar do esquecimento aqueles que foram inúteis na Terra?
P - Devemos, então, reprovar de modo absoluto a pompa dos funerais?
R - Não, pois isso se torna justo e exemplar, desde que seja feito em memória de um homem de bem, que haja dedicado sua vida ao progresso e à liberdade das criaturas humanas.
P - Qual é a base da justiça fundada na Lei Natural ou Lei Divina?
R - Para os cristãos, o Novo Mandamento. Para todos os outros, a Regra Áurea: "Fazei aos homens, o que quereis que eles vos façam".
P - Impõem-lhe obrigações particulares a necessidade, que o homem tem, de viver em sociedade?
R - Evidente. A primeira de todas é respeitar os direitos de seus semelhantes. Quem respeitar esses direitos será sempre justo.
P - Qual é o primeiro de todos os direitos naturais do homem?
R - O direito à vida.
ESPÍRITO E VIDA
P - A LBV - principalmente agora com o CEU - já poderia ter editado em livros sua vasta produção, de cunho espiritual tão elevado. Por que não o fez?
R - Porque não autorizei tais edições. Não era chegada a hora. Doravante, sim, pode a LBV pensar no assunto, selecionando O QUE SEJA DIGNO da aprovação de Jesus, em benefício do Brasil e do Mundo. As palavras do Mestre, como ele mesmo afirmou, são Espírito e Vida. Assim as da LBV: depois de vinte anos de lutas, num trabalho de pioneirismo indiscutível, pôde finalmente abrir as portas do CEU, iniciando a gigantesca obra da UNIFICAÇÃO DAS QUATRO REVELAÇÕES DO CRISTO DE DEUS. Estas palavras terão de correr o mundo, nesta Era Apocalíptica, porque são Espírito e Vida, para todo o sempre. A HORA CHEGOU, diz o Espírito da Verdade.
P - O homem tem o direito de cercear a liberdade de consciência?
R - Jamais. Toda coação, nesse sentido, é crime contra a Lei de Deus. Assim, também, o homem não tem o direito de impedir as manifestações do pensamento, desde que visem ao bem de todos: liberdade com responsabilidade, direitos com deveres.
P - É respeitável toda e qualquer crença, embora reconhecidamente falsa?
R - Sim, quando é sincera e conduz à prática do Bem, pois vários são os graus de evolução espiritual. As crenças condenáveis são as que conduzem ao mal. Só o conhecimento da Verdade Total pode e sabe distinguir entre o falso e o correto, o certo e o errado, em todas as crenças de homem ou verdade de cada um.
P - Somos responsáveis por escandalizar, sem motivo, os crentes que não pensam como nós?
R - Sim, porque isso é atentar contra a liberdade de consciência e faltar à Caridade, ensinada e exemplificada pelo Mestre e Senhor.
P - Pelo respeito à liberdade de consciência, devemos permitir que se propaguem doutrinas perniciosas?
R - Nada acontece por acaso. Tais doutrinas cairão por si mesmas, como a casa edificada sobre a areia.
P - Sem atentar contra à liberdade de consciência, podemos atrair ao caminho da Verdade aqueles que se acham desviados por falsos princípios?
R - Podeis e deveis. Isso, porém, deve ser feito de acordo com o exemplo de Jesus, isto é, com Boa Vontade, nunca pela força, que é pior do que a crença daqueles a quem se procura salvar. Se é permitido impor alguma coisa, é o Bem, é a Fraternidade, em suma - o Amor do Novo Mandamento, pela convicção, NUNCA PELA VIOLÊNCIA.
P - Visto julgar-se cada religião A ÚNICA EXPRESSÃO DA VERDADE, como se pode distinguir a que tem o direito de se apresentar como tal?
R - O Cristo ensinou o melhor processo: Conhecereis a árvore pelos seus frutos. A melhor religião (ou doutrina) é a que faz MAIS HOMENS DE BEM, sinceros e não hipócritas, isto é: a que vive o Novo Mandamento de Jesus, a Lei do Amor e da Caridade, em toda sua extensão, em sua aplicação mais elevada. Toda doutrina que produzir, em suas consequências, a desunião, o ódio fratricida, estabelecendo demarcação entre os homens, não pode deixar de ser falsa e perniciosa. É doutrina de homens e maus Espíritos: NÃO É DE JESUS, NÃO É DE DEUS.
P - De onde nasce o desejo de perpetuar com monumentos fúnebres a mémória dos seres que abandonaram a Terra?
R - É o último ato do orgulho humano, gerado pelas convenções sociais. Não se deve, porém, atribuir aos que partilham essa responsabilidade: pode ser iniciativa dos parentes, que se querem vangloriar ainda na morte. Nem sempre se fazem tais demonstrações por consideração ao morto: elas também se dão por amor próprio, por alarde das riquezas dos que ficam. Poderão esses belos monumentos salvar do esquecimento aqueles que foram inúteis na Terra?
P - Devemos, então, reprovar de modo absoluto a pompa dos funerais?
R - Não, pois isso se torna justo e exemplar, desde que seja feito em memória de um homem de bem, que haja dedicado sua vida ao progresso e à liberdade das criaturas humanas.
P - Qual é a base da justiça fundada na Lei Natural ou Lei Divina?
R - Para os cristãos, o Novo Mandamento. Para todos os outros, a Regra Áurea: "Fazei aos homens, o que quereis que eles vos façam".
P - Impõem-lhe obrigações particulares a necessidade, que o homem tem, de viver em sociedade?
R - Evidente. A primeira de todas é respeitar os direitos de seus semelhantes. Quem respeitar esses direitos será sempre justo.
P - Qual é o primeiro de todos os direitos naturais do homem?
R - O direito à vida.
sábado, 18 de outubro de 2014
13/01/1970
LIÇÕES DO EVANGELHO
P - Estamos apreciando, com muita alegria, os ensinos do Evangelho "trocados em miúdos", para nos facilitar o entendimento perfeito da Segunda Revelação. Esse trabalho do CEU da LBV não pode continuar?
R - Sim, porque nosso objetivo é simplificar tudo o que ponha ao alcance das multidões os ensinamentos do Espírito da Verdade. A unificação das Quatro Revelações é a última palavra de Jesus para salvação da Humanidade.
P - O trabalho é uma Lei de Deus?
R - Sem dúvida, porque é uma necessidade das mais importantes.
P - Devemos considerar como TRABALHO somente as ocupações materiais?
R - Toda ocupação útil é trabalho, não só no campo material. O Espírito também trabalha, e o próprio Deus não pára de trabalhar.
P - Para que foi imposto ao homem o trabalho?
R - O trabalho é o meio de aperfeiçoar a inteligência do homem; assim, ele assegura seu progresso, bem-estar e felicidade. Se não fosse o trabalho, o homem não sairia nunca da sua infância intelectual.
P - Nos mundos mais adiantados, o Espírito está sujeito à mesma necessidade do trabalho?
R - Em todas as "moradas da casa do Pai" ninguém permanece inativo e inútil. A ociosidade seria suplício em vez de benefício.
P - Está livre da Lei do Trabalho quem possui fortuna suficiente para garantir no mundo a sua existência?
R - Do trabalho material, sim; mas nunca da obrigação de se fazer útil, segundo os seus recursos, ou de aperfeiçoar a sua inteligência e a dos outros. Tudo isso é trabalho, e tanto maior é esse dever quanto mais tempo e recurso o homem tiver. É a Lei Divina: mais se pedirá a quem mais se deu.
P - Que devemos pensar dos que usam sua autoridade para impor trabalho excessivo aos seus inferiores?
R - Esses pagarão por suas más ações, porque infringem a Lei de Deus.
P - O homem tem direito ao descanso na sua velhice?
R - Sim, cada um está obrigado ao trabalho material até onde chegam as suas forças.
P - Que recursos tem o ancião que precisa de trabalhar para viver e não pode fazê-lo?
R - O recurso é que o forte, então, trabalhe para o fraco. Na falta da família, a sociedade tem o dever de socorrê-lo. Esta é a Lei da Caridade, ensinada nos Evangelhos pelo Cristo de Deus.
P - Por que o CEU da LBV não divulga, também, os ensinamentos dos preceptores espirituais de todas as religiões e filosofias?
R - A LBV, a serviço de Jesus, já o fez em mais de trinta anos ininterruptos. Agora, os tempos chegaram. A Humanidade já entrou na curva final do Apocalipse. Não há mais tempo nem ocasião para torneios verbais ou culturais, alimentados por esses preceptores ou "mestres" famintos de projeção pessoal. Sim, nesta hora, TUDO VOLTA AO CRISTO, PORQUE É DO CRISTO.
P - O matrimônio, isto é, a união permanente de dois seres, é contrária à lei natural?
R - Ao contrário: o casamento representa um progresso da sociedade humana.
P - Qual das duas está mais de acordo com a lei natural: a monogamia ou a poligamia?
R - A monogamia, porque o matrimônio deve estar fundado no amor espiritual, no afeto real e permanente, SEM NENHUMA SENSUALIDADE. Não existe amor na poligamia e, por isso mesmo, ela desaparecerá, brevemente, da face da Terra.
P - O celibato voluntário é meritório, diante de Deus?
R - Não. Os que vivem assim, por egoísmo ou motivos correlatos, enganam a si mesmos e a todo mundo. Raríssimas exceções aconteceram na História da Humanidade. Esse "voluntário celibato" se diz inspirado em Jesus, que - para servir a Deus - não se casou. Erro grave, porque o Cristo não tinha corpo material.
P - Tem algum mérito a vida de mortificações ascéticas?
R - Não, pois não aproveita a ninguém. Se aproveitar a quem a pratica, e se impedir de fazer o bem a outrem, ela é ainda uma das formas do egoísmo.
P - Quando a reclusão e as provações penosas têm por objetivo uma expiação, há nelas algum mérito?
R - A melhor expiação é resgatar o mal que se fez com o bem que se pode fazer. Essas "privações penosas" resultam numa forma de suicídio lento, condenado pela Lei de Deus.
P - Que devemos pensar da mutilação do corpo, da autoflagelação dos que, assim, pretendem ganhar o Reino do Céu?
R - Loucura autorizada pelos ignorantes da Lei de Deus. Tudo quanto for inútil não terá mérito, jamais. Para dominar a matéria carnal basta praticar, somente, a Lei Divina que é a Caridade, combatendo sempre toda ideia de mutilação, todas as flagelações imagináveis.
P - É racional a abstençao de certos alimentos, prescritas em certos povos por seitas religiosas ou filosóficas?
R - Não, porque tudo o que puder alimentar o homem, e não for em prejuízo de sua saúde, é permitido na Lei de Deus.
P - É meritória a abstenção do alimento animal, ou de qualquer outra espécie, quando o fazemos por expiação?
R - Sim, quando vos privais dele em BENEFÍCIO DE OUTREM.
P - Com que fim Deus dotou os seres com o extinto de conservação?
R - Com o fim de poderem evoluir, pois a vida é necessária ao aperfeiçoamento espiritual de todos.
P - Todos os homens têm, igualmente, o direito de usar os bens da Terra?
R - Sem dúvida, pois esse direito é consequente da necessidade de viver. Deus não impõe um dever sem dar, primeiro, aos homens os meios de cumpri-lo.
P - Que devemos julgar do homem que busca nos excessos de toda espécie um requinte aos seus gozos?
R - Quem age assim se torna inferior ao bruto, pois não sabe restringir a satisfação das suas NECESSIDADES REAIS. Quanto maiores forem os seus excessos carnais - sob o jugo da natureza animal - maiores serão os seus tormentos físicos e espirituais. Todos esses excessos acabam na loucura, por obsessão e possessão.
P - Qual a grande utilidade do CEU para os estudiosos do espiritualismo?
R - Como os seus ensinos são, exclusivamente, do Espírito da Verdade, a utilidade maior é a correção das infiltrações mediúnicas observadas em Kardec, Roustaing e outros grandes pioneiros da UNIFICAÇÃO DE TODAS AS REVELAÇÕES DO CRISTO DE DEUS.
LIÇÕES DO EVANGELHO
P - Estamos apreciando, com muita alegria, os ensinos do Evangelho "trocados em miúdos", para nos facilitar o entendimento perfeito da Segunda Revelação. Esse trabalho do CEU da LBV não pode continuar?
R - Sim, porque nosso objetivo é simplificar tudo o que ponha ao alcance das multidões os ensinamentos do Espírito da Verdade. A unificação das Quatro Revelações é a última palavra de Jesus para salvação da Humanidade.
P - O trabalho é uma Lei de Deus?
R - Sem dúvida, porque é uma necessidade das mais importantes.
P - Devemos considerar como TRABALHO somente as ocupações materiais?
R - Toda ocupação útil é trabalho, não só no campo material. O Espírito também trabalha, e o próprio Deus não pára de trabalhar.
P - Para que foi imposto ao homem o trabalho?
R - O trabalho é o meio de aperfeiçoar a inteligência do homem; assim, ele assegura seu progresso, bem-estar e felicidade. Se não fosse o trabalho, o homem não sairia nunca da sua infância intelectual.
P - Nos mundos mais adiantados, o Espírito está sujeito à mesma necessidade do trabalho?
R - Em todas as "moradas da casa do Pai" ninguém permanece inativo e inútil. A ociosidade seria suplício em vez de benefício.
P - Está livre da Lei do Trabalho quem possui fortuna suficiente para garantir no mundo a sua existência?
R - Do trabalho material, sim; mas nunca da obrigação de se fazer útil, segundo os seus recursos, ou de aperfeiçoar a sua inteligência e a dos outros. Tudo isso é trabalho, e tanto maior é esse dever quanto mais tempo e recurso o homem tiver. É a Lei Divina: mais se pedirá a quem mais se deu.
P - Que devemos pensar dos que usam sua autoridade para impor trabalho excessivo aos seus inferiores?
R - Esses pagarão por suas más ações, porque infringem a Lei de Deus.
P - O homem tem direito ao descanso na sua velhice?
R - Sim, cada um está obrigado ao trabalho material até onde chegam as suas forças.
P - Que recursos tem o ancião que precisa de trabalhar para viver e não pode fazê-lo?
R - O recurso é que o forte, então, trabalhe para o fraco. Na falta da família, a sociedade tem o dever de socorrê-lo. Esta é a Lei da Caridade, ensinada nos Evangelhos pelo Cristo de Deus.
P - Por que o CEU da LBV não divulga, também, os ensinamentos dos preceptores espirituais de todas as religiões e filosofias?
R - A LBV, a serviço de Jesus, já o fez em mais de trinta anos ininterruptos. Agora, os tempos chegaram. A Humanidade já entrou na curva final do Apocalipse. Não há mais tempo nem ocasião para torneios verbais ou culturais, alimentados por esses preceptores ou "mestres" famintos de projeção pessoal. Sim, nesta hora, TUDO VOLTA AO CRISTO, PORQUE É DO CRISTO.
P - O matrimônio, isto é, a união permanente de dois seres, é contrária à lei natural?
R - Ao contrário: o casamento representa um progresso da sociedade humana.
P - Qual das duas está mais de acordo com a lei natural: a monogamia ou a poligamia?
R - A monogamia, porque o matrimônio deve estar fundado no amor espiritual, no afeto real e permanente, SEM NENHUMA SENSUALIDADE. Não existe amor na poligamia e, por isso mesmo, ela desaparecerá, brevemente, da face da Terra.
P - O celibato voluntário é meritório, diante de Deus?
R - Não. Os que vivem assim, por egoísmo ou motivos correlatos, enganam a si mesmos e a todo mundo. Raríssimas exceções aconteceram na História da Humanidade. Esse "voluntário celibato" se diz inspirado em Jesus, que - para servir a Deus - não se casou. Erro grave, porque o Cristo não tinha corpo material.
P - Tem algum mérito a vida de mortificações ascéticas?
R - Não, pois não aproveita a ninguém. Se aproveitar a quem a pratica, e se impedir de fazer o bem a outrem, ela é ainda uma das formas do egoísmo.
P - Quando a reclusão e as provações penosas têm por objetivo uma expiação, há nelas algum mérito?
R - A melhor expiação é resgatar o mal que se fez com o bem que se pode fazer. Essas "privações penosas" resultam numa forma de suicídio lento, condenado pela Lei de Deus.
P - Que devemos pensar da mutilação do corpo, da autoflagelação dos que, assim, pretendem ganhar o Reino do Céu?
R - Loucura autorizada pelos ignorantes da Lei de Deus. Tudo quanto for inútil não terá mérito, jamais. Para dominar a matéria carnal basta praticar, somente, a Lei Divina que é a Caridade, combatendo sempre toda ideia de mutilação, todas as flagelações imagináveis.
P - É racional a abstençao de certos alimentos, prescritas em certos povos por seitas religiosas ou filosóficas?
R - Não, porque tudo o que puder alimentar o homem, e não for em prejuízo de sua saúde, é permitido na Lei de Deus.
P - É meritória a abstenção do alimento animal, ou de qualquer outra espécie, quando o fazemos por expiação?
R - Sim, quando vos privais dele em BENEFÍCIO DE OUTREM.
P - Com que fim Deus dotou os seres com o extinto de conservação?
R - Com o fim de poderem evoluir, pois a vida é necessária ao aperfeiçoamento espiritual de todos.
P - Todos os homens têm, igualmente, o direito de usar os bens da Terra?
R - Sem dúvida, pois esse direito é consequente da necessidade de viver. Deus não impõe um dever sem dar, primeiro, aos homens os meios de cumpri-lo.
P - Que devemos julgar do homem que busca nos excessos de toda espécie um requinte aos seus gozos?
R - Quem age assim se torna inferior ao bruto, pois não sabe restringir a satisfação das suas NECESSIDADES REAIS. Quanto maiores forem os seus excessos carnais - sob o jugo da natureza animal - maiores serão os seus tormentos físicos e espirituais. Todos esses excessos acabam na loucura, por obsessão e possessão.
P - Qual a grande utilidade do CEU para os estudiosos do espiritualismo?
R - Como os seus ensinos são, exclusivamente, do Espírito da Verdade, a utilidade maior é a correção das infiltrações mediúnicas observadas em Kardec, Roustaing e outros grandes pioneiros da UNIFICAÇÃO DE TODAS AS REVELAÇÕES DO CRISTO DE DEUS.
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