26/02/1970
NASCIMENTO DE JOÃO
P - Em nosso posto familiar, que é a Igreja do Novo Mandamento em casa, estamos fazendo reuniões à luz do Evangelho explicado pelo Espírito da Verdade. Como é que o CEU da LBV explica os versículos 57 a 66, capítulo Primeiro, do Evangelho segundo São Lucas?
R - Vamos ler o trecho citado:
57 - Cumpriu-se o tempo de Isabel dar à luz, e ela teve um filho. 58 -
seus vizinhos e parentes, tendo sabido que o Senhor usara de mise-
ricórdia para com ela, a felicitavam. 59 - No oitavo dia, como trou-
xesse o menino para a circuncisão, todos lhe chamavam Zacarias,
dando-lhe o nome do pai. 60 - A mãe, porém, disse: "Não, ele se
chamará João". 61 - Responderam-lhe: "Não há na vossa família
quem tenha esse nome". 62 - E, ao mesmo tempo perguntavam ao
pai do menino como queria que este se chamasse. 63 - Zacarias pe-
diu uma tabuinha e escreveu: "João é o seu nome", o que encheu de
espanto a toda gente. 64 - No mesmo instante se lhe abriu a boca,
soltou-se-lhe a língua e ele começou a falar, louvando o Senhor Deus.
65 - Todos os que habitavam nas vizinhanças se encheram de temor;
a notícia destas maravilhas se espalhou por toda região e monta-
nhas da Judéia; 66 - E todos, os que a ouviram, guardaram delas
lembrança, e diziam entre si: "Quem virá a ser, um dia, este meni-
no?", pois sobre ele estava a mão do Senhor.
Estes versículos não precisam de comentários amplos. Provam que tudo, nos desígnios do Senhor, se encadeia harmoniosamente. Todos os acontecimentos estavam preparados, e haviam de concorrer para a execução da obra.
A resposta de Isabel aos parentes e vizinhos: "Não, ele se chamará João", não foi efeito de mediunidade audiente, ou inspiração espiritual: por meio da escrita em tábuas de cera, Zacarias cientificara a Isabel das palavras proferidas pelo Anjo (ou Espírito) que lhe aparecera no templo.
Pelo que já vos dissemos, explicando como se produzira a mudez de Zacarias, deveis compreender por que modo se lhe soltou a língua, isto é, por que modo cessou para ele a mudez e lhe foi restituída a palavra: pela ação dos Espíritos do Senhor, por efeito do magnetismo espiritual, houve a dispersão dos fluidos, que tinha servido para tornar pesada a sua língua e provocar a paralisia aparente.
sábado, 22 de novembro de 2014
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
24/02/1970
JESUS, O CRISTO - XI
P - Estamos atentos à advertência da LBV: a Unificação das Quatro Revelações é do próprio Jesus, e só poderá ser julgada após a última linha da interpretação do Apocalipse. O Unificador é o Cristo! Quatro são os Evangelhos, quatro são as Revelações! Como explica o CEU os versículos 46 a 56, capítulo primeiro do Evangelho de Jesus segundo São Lucas?
R - Contém o cântico da Virgem:
46 - Disse, então, Maria: "Minha alma glorifica o Senhor, 47 - e meu
Espírito se alegra em Deus, meu Salvador. 48 - Pois Ele deu atenção
à humanidade da sua serva e, daqui por diante, todas as gerações me
chamarão bem-aventurada, 49 - porquanto grandes coisas me fez o
Todo-Poderoso, cujo o nome é Santo, 50 - e cuja misericórdia se espa-
lha, de idade em idade, sobre aqueles que o amam. 51 - Manifestou a
força do seu braço; dispersou os que se elevaram, cheios de orgulho,
nos seus pensamentos íntimos; 52 - derrubou de seus tronos os po-
derosos e elevou os humildes; 53 - cumulou de bens os que estavam
famintos e despediu os ricos de mãos vazias; 54 - recebeu Israel como
seu servo, lembrando-se da sua misericórdia, 55 - conforme disse
aos nossos pais, a Abraão e a sua posteridade na sucessão dos séculos".
56 - Maria ficou em companhia de Isabel cerca de três meses; depois
regressou à sua casa.
Versículos 46, 47, 48: - Não há, aqui, o que explicar. É um transporte de reconhecimento e de amor, que deveis imitar.
Versículos 49 e 50: - Podeis aplicar as palavras destes versículos ao tempo em que viveis, no esplendor do Espírito da Verdade, selando a regeneração da Humanidade. Glorificai o Senhor, que vos envia seus Bons Espíritos, que espargem por toda parte sua luz suave e pura. Glorificai o Senhor, que por vós faz grandes coisas e neutraliza os desígnios dos maus. Ele detém a corrupção que vos ameaça destruir, e ainda vos dá o bálsamo que cura todas as feridas. Agradecei, glorificando o Senhor, as bênçãos da sua misericórdia e do seu infinito amor.
Versículos 52, 53, 54, 55: - Ainda por amor de vós, o Senhor mostra o seu poder, servindo-se de instrumentos bem fracos para abater os muito poderosos. Glorificai o Senhor, porque vai terminar o reinado do orgulho e da maldade. Sim, os médiuns são os instrumentos de que se valem os Espíritos Superiores para rebaixar o egoísmo, a ambição, a cupidez e a tirania. Israel é uma palavra simbólica: DESIGNA, ESPIRITUALMENTE, TODA A HUMANIDADE TERRESTRE. Os homens são UM aos olhos do Senhor. Para Ele não há povos nem nacionalidades. Deus sempre usa de misericórdia para com aqueles que o amam e cumprem seus Mandamentos. Sua mão potente destrói, porém, os orgulhosos romanos, que pretendam levantar muito alto "a fronte altiva". Dá o pão à criancinha que o pede com coração cheio de humildade; mas despoja o orgulhoso que só confia nas suas riquezas. Ele é o apoio dos bons, mas é o terror dos maus. Glorificai o Senhor Onipotente!
P - Estes termos do versículo 50: "Sua misericórdia se espalha, de idade em idade, sobre aqueles que o amam", encerram no seu sentido, então, oculto para todos, mas que a Terceira Revelação veio por a descoberto, uma referência a reencarnação, lei imutável da Natureza e que é a expressão sublime da justiça de Deus?
R - Sim, mas também se referem ao Mandamento que diz (Êxodo, XXVIII: 5-6): "Puno a iniquidade dos pais nos filhos, na terceira e na quarta gerações daqueles que me aborrecem; uso de misericórdia, em mil gerações, para com aqueles que me amam e guardam os meus Mandamentos".
O pensamento é o mesmo: a mão do Senhor pesa sobre o homem, através das gerações, por meio da Grande Lei da Reencarnação, visando ao seu progresso, ao seu aperfeiçoamento moral, mediante a expiação e a reparação, até que ele se tenha despojado de todas as suas impurezas.
O homem, na sua cegueira espiritual, entendeu que Deus feria os pais nos filhos. Assim era somente na aparência. A letra dessa linguagem convinha aos hebreus, que só pelo terror podiam ser governados. Mas o conhecimento do DEUS DE AMOR mostrava não ser mais, embora o homem não procurasse compreender o desacordo que havia entre a justiça e a vingança. A letra era para os povos primitivos; estamos agora na era do espírito.
JESUS, O CRISTO - XI
P - Estamos atentos à advertência da LBV: a Unificação das Quatro Revelações é do próprio Jesus, e só poderá ser julgada após a última linha da interpretação do Apocalipse. O Unificador é o Cristo! Quatro são os Evangelhos, quatro são as Revelações! Como explica o CEU os versículos 46 a 56, capítulo primeiro do Evangelho de Jesus segundo São Lucas?
R - Contém o cântico da Virgem:
46 - Disse, então, Maria: "Minha alma glorifica o Senhor, 47 - e meu
Espírito se alegra em Deus, meu Salvador. 48 - Pois Ele deu atenção
à humanidade da sua serva e, daqui por diante, todas as gerações me
chamarão bem-aventurada, 49 - porquanto grandes coisas me fez o
Todo-Poderoso, cujo o nome é Santo, 50 - e cuja misericórdia se espa-
lha, de idade em idade, sobre aqueles que o amam. 51 - Manifestou a
força do seu braço; dispersou os que se elevaram, cheios de orgulho,
nos seus pensamentos íntimos; 52 - derrubou de seus tronos os po-
derosos e elevou os humildes; 53 - cumulou de bens os que estavam
famintos e despediu os ricos de mãos vazias; 54 - recebeu Israel como
seu servo, lembrando-se da sua misericórdia, 55 - conforme disse
aos nossos pais, a Abraão e a sua posteridade na sucessão dos séculos".
56 - Maria ficou em companhia de Isabel cerca de três meses; depois
regressou à sua casa.
Versículos 46, 47, 48: - Não há, aqui, o que explicar. É um transporte de reconhecimento e de amor, que deveis imitar.
Versículos 49 e 50: - Podeis aplicar as palavras destes versículos ao tempo em que viveis, no esplendor do Espírito da Verdade, selando a regeneração da Humanidade. Glorificai o Senhor, que vos envia seus Bons Espíritos, que espargem por toda parte sua luz suave e pura. Glorificai o Senhor, que por vós faz grandes coisas e neutraliza os desígnios dos maus. Ele detém a corrupção que vos ameaça destruir, e ainda vos dá o bálsamo que cura todas as feridas. Agradecei, glorificando o Senhor, as bênçãos da sua misericórdia e do seu infinito amor.
Versículos 52, 53, 54, 55: - Ainda por amor de vós, o Senhor mostra o seu poder, servindo-se de instrumentos bem fracos para abater os muito poderosos. Glorificai o Senhor, porque vai terminar o reinado do orgulho e da maldade. Sim, os médiuns são os instrumentos de que se valem os Espíritos Superiores para rebaixar o egoísmo, a ambição, a cupidez e a tirania. Israel é uma palavra simbólica: DESIGNA, ESPIRITUALMENTE, TODA A HUMANIDADE TERRESTRE. Os homens são UM aos olhos do Senhor. Para Ele não há povos nem nacionalidades. Deus sempre usa de misericórdia para com aqueles que o amam e cumprem seus Mandamentos. Sua mão potente destrói, porém, os orgulhosos romanos, que pretendam levantar muito alto "a fronte altiva". Dá o pão à criancinha que o pede com coração cheio de humildade; mas despoja o orgulhoso que só confia nas suas riquezas. Ele é o apoio dos bons, mas é o terror dos maus. Glorificai o Senhor Onipotente!
P - Estes termos do versículo 50: "Sua misericórdia se espalha, de idade em idade, sobre aqueles que o amam", encerram no seu sentido, então, oculto para todos, mas que a Terceira Revelação veio por a descoberto, uma referência a reencarnação, lei imutável da Natureza e que é a expressão sublime da justiça de Deus?
R - Sim, mas também se referem ao Mandamento que diz (Êxodo, XXVIII: 5-6): "Puno a iniquidade dos pais nos filhos, na terceira e na quarta gerações daqueles que me aborrecem; uso de misericórdia, em mil gerações, para com aqueles que me amam e guardam os meus Mandamentos".
O pensamento é o mesmo: a mão do Senhor pesa sobre o homem, através das gerações, por meio da Grande Lei da Reencarnação, visando ao seu progresso, ao seu aperfeiçoamento moral, mediante a expiação e a reparação, até que ele se tenha despojado de todas as suas impurezas.
O homem, na sua cegueira espiritual, entendeu que Deus feria os pais nos filhos. Assim era somente na aparência. A letra dessa linguagem convinha aos hebreus, que só pelo terror podiam ser governados. Mas o conhecimento do DEUS DE AMOR mostrava não ser mais, embora o homem não procurasse compreender o desacordo que havia entre a justiça e a vingança. A letra era para os povos primitivos; estamos agora na era do espírito.
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
22/02/1970
JESUS, O CRISTO - X
P - Hoje, devido à pregação da LBV, sabemos que se completam o Evangelho e o Apocalipse: quem não sabe Apocalipse já não pode afirmar que sabe Evangelho. Esta é, a nosso ver, a grande vantagem da UNIFICAÇÃO DAS QUATRO REVELAÇÕES DO CRISTO DE DEUS. Como o CEU interpreta os versículos 39 a 45, capítulo 1º, do Evangelho de Jesus segundo São Lucas?
R - Trata-se da visita de Maria a Isabel:
39 - Ora, por aqueles dias, Maria, levantando-se, tomou apres-
sadamente a direção das montanhas, indo a uma cidade de Ju-
dá. 40 - E, entrando na casa de Zacarias, saudou Isabel. 4l -
sucedeu que, ao ouvir Isabel a saudação de Maria, o menino
lhe saltou no ventre, e ela ficou cheia do Espírito Santo. 42 -
Exclamou, então, em alta voz: "És bendita entre todas as mu-
lheres, e bendito é o fruto do teu ventre. 43 - E de onde me vem
a dita de ser visitada pela mãe do meu Senhor? 44 - Sim, por-
que - mal me chegaram aos ouvidos as palavras com que me
saudaste - meu filho saltou de alegria dentro de mim. 45 - Bem-
aventurada tu, que acreditaste, porque o que te foi dito, da par-
te do Senhor, se cumprirá".
O Espírito de Jesus estava ao lado de Maria, em casa de Isabel. Ele a acompanhava então, como fazem os vossos Anjos da Guarda. O Espírito de João não precisou ver chegar Jesus, porque também estava lá. Era livre: os penosos preliminares da encarnação, como já dissemos, não o afetavam. Nenhuma perturbação experimentava, e não perdeu a consciência de si mesmo e da sua origem, senão um momento antes de nascer.
Não tendo de suportar as angústias da encarnação, a relação entre João - Espírito e o feto se estabeleceu desde a concepção de Isabel. A ação do Espírito se podia fazer sentir, quando fosse preciso, para dar novo testemunho dos fatos.
O ato que produziu o estremecimento, no ventre de Isabel, visava a aumentar o número das provas do fato anunciado. As palavras que ela dirigiu à Virgem foram um efeito mediúnico, fruto da ação ou inspiração dos Espíritos do Senhor. Isabel as pronunciou como médium inspirado e, por isso, cheia do Espírito Santo. Dizendo "bendito é o fruto do vosso ventre", falava a Maria em termos que ambas pudessem compreender.
Exprimiu-se desse modo, sob a inspiração do Alto, de acordo com a crença que as duas, e depois todos, haviam de partilhar. Crença que se tornaria e - POR EFEITO DA REVELAÇÃO APROPRIADA AO ESTADO DAS INTELIGÊNCIAS E ÀS NECESSIDADES DA ÉPOCA - se tornou comum, vulgar, destinada a subsistir até o dia em que, com o advento do Espírito da Verdade, se verificasse a exatidão destas palavras: a letra mata, o espírito vivifica. É o que acontece aos vossos olhos, uma vez explicado, em Espírito e Verdade, o que da parte do Senhor fora dito à Virgem Maria.
Crede, os tempos chegaram e tudo será restaurado pela Boa Vontade do Cristo, à luz do seu Novo Mandamento.
JESUS, O CRISTO - X
P - Hoje, devido à pregação da LBV, sabemos que se completam o Evangelho e o Apocalipse: quem não sabe Apocalipse já não pode afirmar que sabe Evangelho. Esta é, a nosso ver, a grande vantagem da UNIFICAÇÃO DAS QUATRO REVELAÇÕES DO CRISTO DE DEUS. Como o CEU interpreta os versículos 39 a 45, capítulo 1º, do Evangelho de Jesus segundo São Lucas?
R - Trata-se da visita de Maria a Isabel:
39 - Ora, por aqueles dias, Maria, levantando-se, tomou apres-
sadamente a direção das montanhas, indo a uma cidade de Ju-
dá. 40 - E, entrando na casa de Zacarias, saudou Isabel. 4l -
sucedeu que, ao ouvir Isabel a saudação de Maria, o menino
lhe saltou no ventre, e ela ficou cheia do Espírito Santo. 42 -
Exclamou, então, em alta voz: "És bendita entre todas as mu-
lheres, e bendito é o fruto do teu ventre. 43 - E de onde me vem
a dita de ser visitada pela mãe do meu Senhor? 44 - Sim, por-
que - mal me chegaram aos ouvidos as palavras com que me
saudaste - meu filho saltou de alegria dentro de mim. 45 - Bem-
aventurada tu, que acreditaste, porque o que te foi dito, da par-
te do Senhor, se cumprirá".
O Espírito de Jesus estava ao lado de Maria, em casa de Isabel. Ele a acompanhava então, como fazem os vossos Anjos da Guarda. O Espírito de João não precisou ver chegar Jesus, porque também estava lá. Era livre: os penosos preliminares da encarnação, como já dissemos, não o afetavam. Nenhuma perturbação experimentava, e não perdeu a consciência de si mesmo e da sua origem, senão um momento antes de nascer.
Não tendo de suportar as angústias da encarnação, a relação entre João - Espírito e o feto se estabeleceu desde a concepção de Isabel. A ação do Espírito se podia fazer sentir, quando fosse preciso, para dar novo testemunho dos fatos.
O ato que produziu o estremecimento, no ventre de Isabel, visava a aumentar o número das provas do fato anunciado. As palavras que ela dirigiu à Virgem foram um efeito mediúnico, fruto da ação ou inspiração dos Espíritos do Senhor. Isabel as pronunciou como médium inspirado e, por isso, cheia do Espírito Santo. Dizendo "bendito é o fruto do vosso ventre", falava a Maria em termos que ambas pudessem compreender.
Exprimiu-se desse modo, sob a inspiração do Alto, de acordo com a crença que as duas, e depois todos, haviam de partilhar. Crença que se tornaria e - POR EFEITO DA REVELAÇÃO APROPRIADA AO ESTADO DAS INTELIGÊNCIAS E ÀS NECESSIDADES DA ÉPOCA - se tornou comum, vulgar, destinada a subsistir até o dia em que, com o advento do Espírito da Verdade, se verificasse a exatidão destas palavras: a letra mata, o espírito vivifica. É o que acontece aos vossos olhos, uma vez explicado, em Espírito e Verdade, o que da parte do Senhor fora dito à Virgem Maria.
Crede, os tempos chegaram e tudo será restaurado pela Boa Vontade do Cristo, à luz do seu Novo Mandamento.
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
21/02/1970
JESUS, O CRISTO - IX
P - A resposta do Anjo (ou Espírito) a Maria Santíssima (v. 37) merece uma explicação geral para todos os filiados e simpatizantes do CEU da LBV, diante do seu caráter anti-sectário. Como todos devem entender estas palavras humanas, tantas vezes repetidas: "A Deus nada é impossível"?
R - Deus, só e único princípio universal, só e única potência criadora, na imensidade, no infinito, é imutável e eterno.
Tudo Ele previu, tudo quis e tudo regulou desde toda a eternidade. Assim, tudo emana da sua Boa Vontade, e NADA SE REALIZA SEM A SUA PERMISSÃO. Sabei, de uma vez por todas, que não há "acaso" nem há "milagre". Para o Todo-poderoso, as palavras acaso e milagre não têm sentido. Deveis considerá-las, apenas, como exprimindo a ignorância dos homens quanto as verdadeiras causas dos fenômenos e dos fatos, devidos sempre a uma aplicação das leis universais, naturais e imutáveis, à ação dessas leis ou à apropriação delas aos diversos planetas, sob a direção permanente do Espírito.
As palavras humanas: possivel e impossível são, igualmente, como estas outras - tempo, duração, espaço - desprovidas para Deus de qualquer significação. Elas só têm sentido para as criaturas na vida e harmonia universais, por causa e em consequência da ignorância e da incapacidade dos Espíritos encarnados, ignorância e incapacidade resultantes da carência, neles, de elevação moral e intelectual, de conhecimento científico das leis do universo, dos poderes de Deus, ACIMA DE TODO O ENTENDIMENTO DA CIÊNCIA MATERIALISTA. Nada há contingente, nem facultativo, sob a ação espiritual com relação ao que é físico.
Os efeitos são todos os mesmos, e se sucedem regularmente. TUDO É IMUTÁVEL NA NATUREZA, só que nem tudo está ao vosso alcance: se a vossa inteligência, como à vossa vista, causam espanto em muitos dos efeitos que uma ou outra percebem, é simplesmente por lhes serem novos esses efeitos. Todos eles, porém, estão na ordem da natureza. Vós é que não estais ainda, em estado de os apreender. Somente o que é moral e intelectual é contingente e facultativo, sob a ação espiritual e por ato do livre arbítrio dos Espíritos reencarnados, mas sempre nos limites das provações por que devem passar, a título de expiação.
O Espírito, porém, reencarnado ou errante, nada pode fazer nem reproduzir senão pelas simples aplicação das leis universais, naturais e imutáveis, ou pela apropriação delas no meio onde os efeitos se operam. Unicamente nos limites e sob a ação de tais leis que entre vós e em consequência da vossa ignorância, tomam o nome de "milagres" as suas aparentes derrogações que, entretanto, não passam de aplicações, DESCONHECIDAS PARA OS HOMENS, INCLUSIVE OS CIENTISTAS, das mesmas leis, de efeitos dessas aplicações, tais leis ao vosso planeta, NÃO HÁ NADA SOBRENATURAL.
Tudo emana, por toda parte e sempre, da Boa Vontade imutável de Deus, conforme às leis universais inalteráveis, por Ele mesmo estabelecidas desde toda a eternidade e que desse modo participam da sua essência mesma.
JESUS, O CRISTO - IX
P - A resposta do Anjo (ou Espírito) a Maria Santíssima (v. 37) merece uma explicação geral para todos os filiados e simpatizantes do CEU da LBV, diante do seu caráter anti-sectário. Como todos devem entender estas palavras humanas, tantas vezes repetidas: "A Deus nada é impossível"?
R - Deus, só e único princípio universal, só e única potência criadora, na imensidade, no infinito, é imutável e eterno.
Tudo Ele previu, tudo quis e tudo regulou desde toda a eternidade. Assim, tudo emana da sua Boa Vontade, e NADA SE REALIZA SEM A SUA PERMISSÃO. Sabei, de uma vez por todas, que não há "acaso" nem há "milagre". Para o Todo-poderoso, as palavras acaso e milagre não têm sentido. Deveis considerá-las, apenas, como exprimindo a ignorância dos homens quanto as verdadeiras causas dos fenômenos e dos fatos, devidos sempre a uma aplicação das leis universais, naturais e imutáveis, à ação dessas leis ou à apropriação delas aos diversos planetas, sob a direção permanente do Espírito.
As palavras humanas: possivel e impossível são, igualmente, como estas outras - tempo, duração, espaço - desprovidas para Deus de qualquer significação. Elas só têm sentido para as criaturas na vida e harmonia universais, por causa e em consequência da ignorância e da incapacidade dos Espíritos encarnados, ignorância e incapacidade resultantes da carência, neles, de elevação moral e intelectual, de conhecimento científico das leis do universo, dos poderes de Deus, ACIMA DE TODO O ENTENDIMENTO DA CIÊNCIA MATERIALISTA. Nada há contingente, nem facultativo, sob a ação espiritual com relação ao que é físico.
Os efeitos são todos os mesmos, e se sucedem regularmente. TUDO É IMUTÁVEL NA NATUREZA, só que nem tudo está ao vosso alcance: se a vossa inteligência, como à vossa vista, causam espanto em muitos dos efeitos que uma ou outra percebem, é simplesmente por lhes serem novos esses efeitos. Todos eles, porém, estão na ordem da natureza. Vós é que não estais ainda, em estado de os apreender. Somente o que é moral e intelectual é contingente e facultativo, sob a ação espiritual e por ato do livre arbítrio dos Espíritos reencarnados, mas sempre nos limites das provações por que devem passar, a título de expiação.
O Espírito, porém, reencarnado ou errante, nada pode fazer nem reproduzir senão pelas simples aplicação das leis universais, naturais e imutáveis, ou pela apropriação delas no meio onde os efeitos se operam. Unicamente nos limites e sob a ação de tais leis que entre vós e em consequência da vossa ignorância, tomam o nome de "milagres" as suas aparentes derrogações que, entretanto, não passam de aplicações, DESCONHECIDAS PARA OS HOMENS, INCLUSIVE OS CIENTISTAS, das mesmas leis, de efeitos dessas aplicações, tais leis ao vosso planeta, NÃO HÁ NADA SOBRENATURAL.
Tudo emana, por toda parte e sempre, da Boa Vontade imutável de Deus, conforme às leis universais inalteráveis, por Ele mesmo estabelecidas desde toda a eternidade e que desse modo participam da sua essência mesma.
terça-feira, 18 de novembro de 2014
20/02/1970
JESUS, O CRISTO - VIII
P - Em face destas palavras de Maria (v. 34): "Como sucederá isso, se não conheço varão?", qual a significação da resposta do Anjo: "O Espírito Santo descerá sobre ti"?
R - O Espírito Superior anunciava assim à Virgem que seus olhos se abririam, que ela iria compreender um "mistério" que lhe parecia, então, impenetrável. Efetivamente, mais tarde, a tempo e hora, Maria - a exemplo dos homens e sob a inspiração dos Espíritos do Senhor - atribuiu à ação divina, como convinha que o fizesse, aquela que lhe fora anunciada, tendo em vista as palavras do Anjo a José: "Aquele que nela se gerou foi formado pelo Espírito Santo". Ela, então, percebeu a missão especial que Jesus viera desempenhar: lembrou-se.
P - "E a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra". Qual a significação das palavras do Anjo e como podia tal sombra fazer que Maria concebesse e desse à luz um filho?
R - A interpretação foi feita falsamente, de um ponto de vista material. Com aquelas palavras, o Espírito (ou Anjo) tinha por fim tranquilizar Maria que, na sua condição humana, se atemorizava ante a ideia de ficar sua vida maculada por uma concepção ilegal aos olhos dos homens.
P - E como devemos entender as palavras: "Eis por que aquele, que de ti há de nascer, será chamado o FILHO DE DEUS"?
R - Elas confirmam o que acabamos de dizer. Aquele que de ti há de nascer (por obra do Espírito Santo) será chamado O FILHO DE DEUS. Esse título, segundo o espírito que vivifica, só se aplica a Jesus em consideração à sua pureza. Mas todos vós podeis conquistá-lo.
É o que foi dito a João na Ilha de Patmos: "Disse-me ainda: - Tudo está feito. Eu sou o A e o Z, o princípio e o fim. A quem tem sede EU darei de graça a fonte da água da vida. O vencedor herdará estas coisas, EU serei seu Deus e ele será meu filho" (Apocalipse, XXI: 6-7).
Do ponto de vista humano, o exemplo de Jesus serviria para que os homens se elevassem a seus próprios olhos e COMPREENDESSEM O AMOR DE DEUS. Não havendo divindade a que não se oferecessem sacrifícios sangrentos, qual não deveria ser, aos olhos dos homens, a grandeza de Deus, qual não se contentava se não com o holocausto do seu filho bem-amado e único (relativamente a vós outros), a qual não deveria ser, aos olhos de Deus, o valor dos homens, uma vez que, para os resgatar, era indispensável tamanho sacrifício?!...
Homens, não esqueçais (dissemos e repetimos) que éreis criancinhas e quase ainda o sois; que a cada época se deve falar a linguagem conveniente, para ser compreendido e, sobretudo, escutado. Não vos deixeis levar pelos filósofos sem filosofias, que - não compreendendo os meios transitórios e necessários da Revelação, empregados para a efetivação do vosso progresso - negam a realidade e o objetivo das manifestações dos Espíritos do Senhor.
Estas manifestações, sempre em obediência à vontade do Altíssimo se produzem para a vossa regeneração. Os Espíritos são instrumentos: preparam o caminho sem o saberem e, muitas vezes, sem o quererem. A entrada estava impedida: eles removeram os materiais que a obstruíram. Nós ergueremos o Edifício que o homem não tentará destruir, porque nele encontrará a paz, a esperança e a felicidade.
P - Qual o significado das seguintes palavras que o Anjo dirigiu à Virgem Maria (v. 37) : "E nada será impossível a Deus!"?
R - Refere-se, do ponto de vista do mundo espiritual, à manifestação, ao aparecimento de Jesus na Terra com um corpo fluídico; do ponto de vista de Maria, explica o que ela considerava um "milagre", isto é, um fato impossível.
JESUS, O CRISTO - VIII
P - Em face destas palavras de Maria (v. 34): "Como sucederá isso, se não conheço varão?", qual a significação da resposta do Anjo: "O Espírito Santo descerá sobre ti"?
R - O Espírito Superior anunciava assim à Virgem que seus olhos se abririam, que ela iria compreender um "mistério" que lhe parecia, então, impenetrável. Efetivamente, mais tarde, a tempo e hora, Maria - a exemplo dos homens e sob a inspiração dos Espíritos do Senhor - atribuiu à ação divina, como convinha que o fizesse, aquela que lhe fora anunciada, tendo em vista as palavras do Anjo a José: "Aquele que nela se gerou foi formado pelo Espírito Santo". Ela, então, percebeu a missão especial que Jesus viera desempenhar: lembrou-se.
P - "E a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra". Qual a significação das palavras do Anjo e como podia tal sombra fazer que Maria concebesse e desse à luz um filho?
R - A interpretação foi feita falsamente, de um ponto de vista material. Com aquelas palavras, o Espírito (ou Anjo) tinha por fim tranquilizar Maria que, na sua condição humana, se atemorizava ante a ideia de ficar sua vida maculada por uma concepção ilegal aos olhos dos homens.
P - E como devemos entender as palavras: "Eis por que aquele, que de ti há de nascer, será chamado o FILHO DE DEUS"?
R - Elas confirmam o que acabamos de dizer. Aquele que de ti há de nascer (por obra do Espírito Santo) será chamado O FILHO DE DEUS. Esse título, segundo o espírito que vivifica, só se aplica a Jesus em consideração à sua pureza. Mas todos vós podeis conquistá-lo.
É o que foi dito a João na Ilha de Patmos: "Disse-me ainda: - Tudo está feito. Eu sou o A e o Z, o princípio e o fim. A quem tem sede EU darei de graça a fonte da água da vida. O vencedor herdará estas coisas, EU serei seu Deus e ele será meu filho" (Apocalipse, XXI: 6-7).
Do ponto de vista humano, o exemplo de Jesus serviria para que os homens se elevassem a seus próprios olhos e COMPREENDESSEM O AMOR DE DEUS. Não havendo divindade a que não se oferecessem sacrifícios sangrentos, qual não deveria ser, aos olhos dos homens, a grandeza de Deus, qual não se contentava se não com o holocausto do seu filho bem-amado e único (relativamente a vós outros), a qual não deveria ser, aos olhos de Deus, o valor dos homens, uma vez que, para os resgatar, era indispensável tamanho sacrifício?!...
Homens, não esqueçais (dissemos e repetimos) que éreis criancinhas e quase ainda o sois; que a cada época se deve falar a linguagem conveniente, para ser compreendido e, sobretudo, escutado. Não vos deixeis levar pelos filósofos sem filosofias, que - não compreendendo os meios transitórios e necessários da Revelação, empregados para a efetivação do vosso progresso - negam a realidade e o objetivo das manifestações dos Espíritos do Senhor.
Estas manifestações, sempre em obediência à vontade do Altíssimo se produzem para a vossa regeneração. Os Espíritos são instrumentos: preparam o caminho sem o saberem e, muitas vezes, sem o quererem. A entrada estava impedida: eles removeram os materiais que a obstruíram. Nós ergueremos o Edifício que o homem não tentará destruir, porque nele encontrará a paz, a esperança e a felicidade.
P - Qual o significado das seguintes palavras que o Anjo dirigiu à Virgem Maria (v. 37) : "E nada será impossível a Deus!"?
R - Refere-se, do ponto de vista do mundo espiritual, à manifestação, ao aparecimento de Jesus na Terra com um corpo fluídico; do ponto de vista de Maria, explica o que ela considerava um "milagre", isto é, um fato impossível.
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
19/02/1970
JESUS, O CRISTO - VII
P - Na transmissão anterior da Doutrina do CEU da LBV, despertou nossa atenção este trecho: "Deixai que os materialistas envolvam o Mestre numa veste de carne igual à vossa; por mais que façam, não conseguirão nunca igualá-lo nesta desgraçada era apocalíptica". Quais o sentido e o alcance destas últimas palavras?
R - Não há, nem haverá, por longo tempo ainda, um homem que possa viver a vida de Jesus. Tendes muitíssimo que fazer, para chegar lá, principalmente neste fim de ciclo.
Podeis, entretanto, aproximar-vos dele. O homem do vosso planeta e todos os Espíritos, sejam quais forem - quer habitem os mundos inferiores para um fim de provação ou de expiação, ou ainda para o desempenho de suas missões, quer tenham alcançado os mundos superiores - participação, já o dissemos e repetimos, da pureza de Jesus e da sua felicidade.
Mas em que condições e por quais caminhos?
Só mesmo adquirindo a perfeição, pela constante prática do AMOR que, através de todos os séculos, em todos os tempos da eternidade, é a fonte e o meio de todos os progressos: dá acesso à todas as ciências e conduz a Deus.
P - Nestas frases: "Deus é a única potência criadora, que reina sobre todo o universo, é o único princípio universal, mas não não é divisível; cria, mas não pela divisão da sua essência", que sentido se deve dar às seguintes palavras: "não divisível", "não pela divisão da sua essência"?
R - Elas encerram a resposta ao dogma das três pessoas, mantido até hoje pela Igreja.
P - Estas palavras do Anjo (v. 28): "O Senhor está contigo, és bendita entre todas as mulheres", tomadas ao pé da letra e confrontadas com os vs. 31, 32, 33, 34, 35 e 38, justificam a divindade atribuída a Jesus por efeito da encarnação do próprio Deus no seio de Maria?
R - O homem, como sempre, materializa tudo o que suas mãos tocam. Tirar semelhantes conclusões não é aviltar a divindade? O Senhor estava com Maria, mulher entre todas bendita, por ser ela, entre todas, Espírito muito puro no desempenho da sua missão na Terra. Eis tudo.
P - Qual, despojado da letra que mata, o espírito que vivifica, a significação destas palavras do Anjo à Virgem Maria (v. 30): "caíste em graça perante Deus"?
R - Estás em graça (ou caíste em graça) quer significar apenas o seguinte: - Obtiveste de Deus a missão que pediste.
P - Qual o motivo destas palavras do Anjo à Virgem (v. 31): "É assim que conceberás em teu seio e que de ti nascerá um filho, ao qual darás o nome de Jesus", nunciativas de uma concepção material humana no ventre de uma virgem, contrariamente às leis imutáveis de reprodução do nosso planeta, com derrogação dessas leis, quando é certo que a vontade imutável de Deus jamais derroga as leis da Natureza, por Ele estabelecidas de toda a eternidade, dando isso causa a que aquela concepção fosse pelos homens considerada sobrenatural, miraculosa, divina, como obra do Espírito Santo?
R - Não era ainda conveniente que os homens erguessem o véu que lhes ocultava os segredos de além-túmulo. Convinha que acreditassem na matéria sensível e impressionável, NA DOR FÍSICA, para darem valor ao sacrifício. E também convinha, já o dissemos e repetimos, que acreditassem na origem divina de Jesus, exatamente para que se curvassem ao seu jugo, para que a missão do Mestre fosse aceita e suas leis obedecidas.
P - Qual a razão destas outras palavras do Anjo à Virgem Maria (v. 32): "O Senhor Deus lhe dará o trono de David, seu pai" e "ele reinará eternamente sobre a casa de Jacob"?
R - Era necessário um fio que ligasse as promessas do Antigo Testamento - as interpretações que lhe tinham sido dadas às necessidades do momento - às promessas feitas para o futuro. Constituiu esse fio o aparente parentesco, por descendência de tribo. Eis por que José encarnou na tribo de David e não em outra. Tudo é concatenado nos desígnios do Senhor e nos acontecimentos sucessivos, que preparam e efetuam, em cada transição, o vosso progresso e a obra da regeneração humana.
P - Qual, tirado da letra o espírito, o significado destas palavras (v. 33): "E o seu reino não terá fim"?
R - Não terá fim porque o vosso Salvador vos há de levar à perfeição.
Não é Jesus o emblema da perfeição? O seu reino não estará eternamente firmado quando a houverdes atingido?
Sem dúvida, seu reino não terá fim.
JESUS, O CRISTO - VII
P - Na transmissão anterior da Doutrina do CEU da LBV, despertou nossa atenção este trecho: "Deixai que os materialistas envolvam o Mestre numa veste de carne igual à vossa; por mais que façam, não conseguirão nunca igualá-lo nesta desgraçada era apocalíptica". Quais o sentido e o alcance destas últimas palavras?
R - Não há, nem haverá, por longo tempo ainda, um homem que possa viver a vida de Jesus. Tendes muitíssimo que fazer, para chegar lá, principalmente neste fim de ciclo.
Podeis, entretanto, aproximar-vos dele. O homem do vosso planeta e todos os Espíritos, sejam quais forem - quer habitem os mundos inferiores para um fim de provação ou de expiação, ou ainda para o desempenho de suas missões, quer tenham alcançado os mundos superiores - participação, já o dissemos e repetimos, da pureza de Jesus e da sua felicidade.
Mas em que condições e por quais caminhos?
Só mesmo adquirindo a perfeição, pela constante prática do AMOR que, através de todos os séculos, em todos os tempos da eternidade, é a fonte e o meio de todos os progressos: dá acesso à todas as ciências e conduz a Deus.
P - Nestas frases: "Deus é a única potência criadora, que reina sobre todo o universo, é o único princípio universal, mas não não é divisível; cria, mas não pela divisão da sua essência", que sentido se deve dar às seguintes palavras: "não divisível", "não pela divisão da sua essência"?
R - Elas encerram a resposta ao dogma das três pessoas, mantido até hoje pela Igreja.
P - Estas palavras do Anjo (v. 28): "O Senhor está contigo, és bendita entre todas as mulheres", tomadas ao pé da letra e confrontadas com os vs. 31, 32, 33, 34, 35 e 38, justificam a divindade atribuída a Jesus por efeito da encarnação do próprio Deus no seio de Maria?
R - O homem, como sempre, materializa tudo o que suas mãos tocam. Tirar semelhantes conclusões não é aviltar a divindade? O Senhor estava com Maria, mulher entre todas bendita, por ser ela, entre todas, Espírito muito puro no desempenho da sua missão na Terra. Eis tudo.
P - Qual, despojado da letra que mata, o espírito que vivifica, a significação destas palavras do Anjo à Virgem Maria (v. 30): "caíste em graça perante Deus"?
R - Estás em graça (ou caíste em graça) quer significar apenas o seguinte: - Obtiveste de Deus a missão que pediste.
P - Qual o motivo destas palavras do Anjo à Virgem (v. 31): "É assim que conceberás em teu seio e que de ti nascerá um filho, ao qual darás o nome de Jesus", nunciativas de uma concepção material humana no ventre de uma virgem, contrariamente às leis imutáveis de reprodução do nosso planeta, com derrogação dessas leis, quando é certo que a vontade imutável de Deus jamais derroga as leis da Natureza, por Ele estabelecidas de toda a eternidade, dando isso causa a que aquela concepção fosse pelos homens considerada sobrenatural, miraculosa, divina, como obra do Espírito Santo?
R - Não era ainda conveniente que os homens erguessem o véu que lhes ocultava os segredos de além-túmulo. Convinha que acreditassem na matéria sensível e impressionável, NA DOR FÍSICA, para darem valor ao sacrifício. E também convinha, já o dissemos e repetimos, que acreditassem na origem divina de Jesus, exatamente para que se curvassem ao seu jugo, para que a missão do Mestre fosse aceita e suas leis obedecidas.
P - Qual a razão destas outras palavras do Anjo à Virgem Maria (v. 32): "O Senhor Deus lhe dará o trono de David, seu pai" e "ele reinará eternamente sobre a casa de Jacob"?
R - Era necessário um fio que ligasse as promessas do Antigo Testamento - as interpretações que lhe tinham sido dadas às necessidades do momento - às promessas feitas para o futuro. Constituiu esse fio o aparente parentesco, por descendência de tribo. Eis por que José encarnou na tribo de David e não em outra. Tudo é concatenado nos desígnios do Senhor e nos acontecimentos sucessivos, que preparam e efetuam, em cada transição, o vosso progresso e a obra da regeneração humana.
P - Qual, tirado da letra o espírito, o significado destas palavras (v. 33): "E o seu reino não terá fim"?
R - Não terá fim porque o vosso Salvador vos há de levar à perfeição.
Não é Jesus o emblema da perfeição? O seu reino não estará eternamente firmado quando a houverdes atingido?
Sem dúvida, seu reino não terá fim.
domingo, 16 de novembro de 2014
18/02/1970
JESUS, O CRISTO - VI
P - A notícia, verdadeira Boa Nova, que nos deu o Espírito da Verdade, ao falar do corpo fluídico tangível de Jesus, deixou-nos eletrizados: "Sabei que este fato, único até hoje nos anais do vosso planeta, DE NOVO SE PRODUZIRÁ, QUANDO A HORA FOR CHEGADA!" Segundo a orientação do CEU da LBV, é a confirmação da volta do Mestre?
R - Sim, confirmamos.
Então, Jesus será compreendido pelos homens que, pelo progresso físico, moral e intelectual, realizado sob os auspícios e a prática do Bem, com desinteresse e humildade, terão aprofundado, suficientemente as ciências, e avançando no conhecimento das leis eternas, pelo estudo da Verdade.
É novo, para eles, este ponto de vista, mas precisa NÃO CONTINUAR IGNORANDO, pois que - pelo trabalho que vos levamos a empreender - ele conduzirá os homens à unidade das crenças. Não sois os únicos a encarar o Cristo por este aspecto. Momento virá em que, conhecida esta obra, todos os Espíritos - que não ousam divulgar a IDEIA NOVA - virão juntar-se a vós e confirmar estes ensinos, apoiados nas Revelações que já tiveram. Há quase vinte séculos, falou-se, é certo, A CRIANÇAS MENTAIS.
Julgai, porém, que chegastes à maturidade?
Pobres filósofos, cuja sabedoria consiste em solapar um edifício que sois incapazes de reparar e que não basta às necessidades da vossa época.
Não, Jesus não nasceu de ventre de mulher. A matéria perecível não entrou, por coisa alguma, no conjunto das suas perfeições. Que os têm ouvidos de ouvir - ouçam; que os que se limitam a negar - procurem compreender. Jesus, Espírito Perfeito, que nunca faliu, pertence ao pequeno número daqueles que trabalham incessantemente por progredir, sem se desviarem do caminho reto, que seus Guias lhe mostraram, e que assim atingiram a perfeição, Jesus, cuja grandeza se perde na Eternidade, Protetor e Governador do Planeta em que creceis e enfrentais as vossas provas, tendo presidido a sua formação, desceu à Terra para vos dar o Novo Mandamento com o seu exemplo de AMOR.
Mas, não esqueçais: todo aquele que reveste a carne e sofre, como vós a encarnação material humana - é falível. JESUS ERA DEMASIADAMENTE PURO PARA VESTIR A ROUPA DO CULPADO. Sua natureza espiritual era incompatível com a encarnação material, como a sofreis. Ele não esperou, sepultando no seio de uma virgem, a hora do nascimento. Tudo, como vos explicaremos - como obra do Espírito Santo, isto é, do Espíritos do Senhor, foi aparência, imagem, no "nascimento" do Mestre, na "gravidez" e no "parto" de Maria.
A presença de Jesus na Terra foi uma aparição espiritual tangível: o Espírito - segundo as leis naturais que vos acabamos de explicar - tomou todas as aparências do corpo. O perispírito, que o envolvia, foi feito mais tangível, de modo a produzir a impressão perfeita, na medida do que o reclamavam as necessidades, MAS JESUS ERA SEMPRE ESPÍRITO. Notai que contrariamente a todas as leis aqui se acha submetido o Espírito encarnado, ele tinha consciência exata da sua origem e a certeza do seu futuro. Isto, por si só, basta para fazer-vos entender que seu Espírito não fora submetido às leis da encarnação, tal como vós a suportais.
ELE NÃO ESTAVA SUJEITO A NENHUMA DAS NECESSIDADES DA EXISTÊNCIA MATERIAL HUMANA.
Só na aparência, exteriormente, para exemplo, as experimentava, como vos explicaremos quando chegar o momento de falarmos da figura emblemática do jejum e da transfiguração.
Conforme também vos diremos,nessa passagem, a natureza do corpo que Jesus tomou não foi mais que um espécime precoce do organismo humano, tal como será daqui a muitos séculos, em certos centros do vosso planeta, e tal como é em planetas mais elevados - mas sem ação da vontade, para decompor ou reconstituir o perispírito tangível ou corpo da natureza perispirítica: ESSE PODER SÓ TEM O ESPÍRITO PURO.
Deixai que os materialistas envolvam o Mestre numa veste de carne igual a vossa. Por mais que façam, não conseguirão nunca igualá-lo, nesta desgraçada era apocalíptica. Deixai, também, que os deístas recusem a divindade a Jesus: eles se aproximam de vós. Sim, é tempo de ser arvorado o estandarte da Verdade e da fé simples, raciocinante, racional.
Sim, Deus é a única potência criadora que reina sobre todo o Universo. Deus é o único princípio, mas não divisível; cria, mas nunca pela divisão da sua essência. DEUS É UNO. Jesus, a quem podeis e deveis chamar seu filho bem-amado; de quem podeis e deveis dizer NOSSO DIVINO MODELO - DIVINO POR SER O ÓRGÃO DO SENHOR TODO-PODEROSO e está em relação direta com ELE - Jesus é a maior essência depois de Deus, mas não é a única essência espiritual dessa grandeza.
Cada planeta tem o seu Espírito Fundador, Protetor e Governador infalível, por se achar constantemente em relação direta com Deus, recebendo diretamente a inspiração divina, e que nunca faliu. Explicaremos, mais tarde, o sentido e o alcance destas últimas palavras.
Nenhum de vós, nenhum de nós que vos dirigimos a vossa marcha pode dizer que jamais faliu; mas todos podemos alimentar a esperança de poder participar da pureza de Jesus e da sua felicidade, pela nossa perseverança na prática do Bem e no estudo constante das Verdades Eternas.
Nosso Pai é justo e bom; todos nós somos filhos pródigos; voltaremos à casa paterna.
Apressemos-nos, apressemos-nos, irmãos bem-mados: o Divino Modelo reacende sua Luz, que os vapores deletérios do vosso mundo tinham ensombrado. Ele arde com mais vivo brilho. Fixai nele os olhos. Acelerai o passo, que já se faz tarde. Vosso PAI está no limiar, esperando a todos vós de braços abertos.
Mateus, Marcos, Lucas e João, assistidos pelos Apóstolos.
JESUS, O CRISTO - VI
P - A notícia, verdadeira Boa Nova, que nos deu o Espírito da Verdade, ao falar do corpo fluídico tangível de Jesus, deixou-nos eletrizados: "Sabei que este fato, único até hoje nos anais do vosso planeta, DE NOVO SE PRODUZIRÁ, QUANDO A HORA FOR CHEGADA!" Segundo a orientação do CEU da LBV, é a confirmação da volta do Mestre?
R - Sim, confirmamos.
Então, Jesus será compreendido pelos homens que, pelo progresso físico, moral e intelectual, realizado sob os auspícios e a prática do Bem, com desinteresse e humildade, terão aprofundado, suficientemente as ciências, e avançando no conhecimento das leis eternas, pelo estudo da Verdade.
É novo, para eles, este ponto de vista, mas precisa NÃO CONTINUAR IGNORANDO, pois que - pelo trabalho que vos levamos a empreender - ele conduzirá os homens à unidade das crenças. Não sois os únicos a encarar o Cristo por este aspecto. Momento virá em que, conhecida esta obra, todos os Espíritos - que não ousam divulgar a IDEIA NOVA - virão juntar-se a vós e confirmar estes ensinos, apoiados nas Revelações que já tiveram. Há quase vinte séculos, falou-se, é certo, A CRIANÇAS MENTAIS.
Julgai, porém, que chegastes à maturidade?
Pobres filósofos, cuja sabedoria consiste em solapar um edifício que sois incapazes de reparar e que não basta às necessidades da vossa época.
Não, Jesus não nasceu de ventre de mulher. A matéria perecível não entrou, por coisa alguma, no conjunto das suas perfeições. Que os têm ouvidos de ouvir - ouçam; que os que se limitam a negar - procurem compreender. Jesus, Espírito Perfeito, que nunca faliu, pertence ao pequeno número daqueles que trabalham incessantemente por progredir, sem se desviarem do caminho reto, que seus Guias lhe mostraram, e que assim atingiram a perfeição, Jesus, cuja grandeza se perde na Eternidade, Protetor e Governador do Planeta em que creceis e enfrentais as vossas provas, tendo presidido a sua formação, desceu à Terra para vos dar o Novo Mandamento com o seu exemplo de AMOR.
Mas, não esqueçais: todo aquele que reveste a carne e sofre, como vós a encarnação material humana - é falível. JESUS ERA DEMASIADAMENTE PURO PARA VESTIR A ROUPA DO CULPADO. Sua natureza espiritual era incompatível com a encarnação material, como a sofreis. Ele não esperou, sepultando no seio de uma virgem, a hora do nascimento. Tudo, como vos explicaremos - como obra do Espírito Santo, isto é, do Espíritos do Senhor, foi aparência, imagem, no "nascimento" do Mestre, na "gravidez" e no "parto" de Maria.
A presença de Jesus na Terra foi uma aparição espiritual tangível: o Espírito - segundo as leis naturais que vos acabamos de explicar - tomou todas as aparências do corpo. O perispírito, que o envolvia, foi feito mais tangível, de modo a produzir a impressão perfeita, na medida do que o reclamavam as necessidades, MAS JESUS ERA SEMPRE ESPÍRITO. Notai que contrariamente a todas as leis aqui se acha submetido o Espírito encarnado, ele tinha consciência exata da sua origem e a certeza do seu futuro. Isto, por si só, basta para fazer-vos entender que seu Espírito não fora submetido às leis da encarnação, tal como vós a suportais.
ELE NÃO ESTAVA SUJEITO A NENHUMA DAS NECESSIDADES DA EXISTÊNCIA MATERIAL HUMANA.
Só na aparência, exteriormente, para exemplo, as experimentava, como vos explicaremos quando chegar o momento de falarmos da figura emblemática do jejum e da transfiguração.
Conforme também vos diremos,nessa passagem, a natureza do corpo que Jesus tomou não foi mais que um espécime precoce do organismo humano, tal como será daqui a muitos séculos, em certos centros do vosso planeta, e tal como é em planetas mais elevados - mas sem ação da vontade, para decompor ou reconstituir o perispírito tangível ou corpo da natureza perispirítica: ESSE PODER SÓ TEM O ESPÍRITO PURO.
Deixai que os materialistas envolvam o Mestre numa veste de carne igual a vossa. Por mais que façam, não conseguirão nunca igualá-lo, nesta desgraçada era apocalíptica. Deixai, também, que os deístas recusem a divindade a Jesus: eles se aproximam de vós. Sim, é tempo de ser arvorado o estandarte da Verdade e da fé simples, raciocinante, racional.
Sim, Deus é a única potência criadora que reina sobre todo o Universo. Deus é o único princípio, mas não divisível; cria, mas nunca pela divisão da sua essência. DEUS É UNO. Jesus, a quem podeis e deveis chamar seu filho bem-amado; de quem podeis e deveis dizer NOSSO DIVINO MODELO - DIVINO POR SER O ÓRGÃO DO SENHOR TODO-PODEROSO e está em relação direta com ELE - Jesus é a maior essência depois de Deus, mas não é a única essência espiritual dessa grandeza.
Cada planeta tem o seu Espírito Fundador, Protetor e Governador infalível, por se achar constantemente em relação direta com Deus, recebendo diretamente a inspiração divina, e que nunca faliu. Explicaremos, mais tarde, o sentido e o alcance destas últimas palavras.
Nenhum de vós, nenhum de nós que vos dirigimos a vossa marcha pode dizer que jamais faliu; mas todos podemos alimentar a esperança de poder participar da pureza de Jesus e da sua felicidade, pela nossa perseverança na prática do Bem e no estudo constante das Verdades Eternas.
Nosso Pai é justo e bom; todos nós somos filhos pródigos; voltaremos à casa paterna.
Apressemos-nos, apressemos-nos, irmãos bem-mados: o Divino Modelo reacende sua Luz, que os vapores deletérios do vosso mundo tinham ensombrado. Ele arde com mais vivo brilho. Fixai nele os olhos. Acelerai o passo, que já se faz tarde. Vosso PAI está no limiar, esperando a todos vós de braços abertos.
Mateus, Marcos, Lucas e João, assistidos pelos Apóstolos.
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