sexta-feira, 7 de novembro de 2014

05/02/1970
JOÃO, O BATISTA - V

P - O sistema de perguntas e respostas torna muito mais suave as explicações do Espírito da Verdade. Quais o sentido e o alcance das palavras "é avisado o homem que se põe em guarda contra o desconhecido"?
R - É de bom aviso não abraçar cegamente qualquer ideia nova,  não acolher como boas todas máximas pregadas, como mais ou menos eloqüência. Deveis sondar, sempre, cada fato, cada ideia; procurar ver tudo, não com os olhos do corpo, mas com os olhos da alma, da inteligência; escutar, não com os ouvidos materiais, mas com os ouvidos espirituais. O homem deve raciocinar, estudar, aprender bem todas as coisas. Por isso vos dissemos que não foi por haver duvidado que Zacarias ficou mudo. Que pedia ele? Uma prova de que a aparição do Anjo não era um erro, uma alucinação do seu Espírito. Recebeu, pois, uma prova, não um castigo. Poderia Deus considerar crime a ignorância do homem?

P - Tendo em vista as palavras de Zacarias (v.18): "De que modo me certificarei disso, sendo eu já velho e estando minha mulher em idade avançada?",  como deve ser entendida a fala do Anjo (vs. 19-20): "por não teres acreditado nas minhas palavras, que a seu tempo se cumprirão"?
R - Zacarias pediu, já o dissemos, simplesmente uma prova, sem prevenções de dúvida ou de negação. Pedir uma prova era não querer acreditar, unicamente pelas palavras ouvidas, que o fato ocorresse como lhe fora dito. 

P - Sobre a afirmativa "Elias seria João, João fora Elias", que devemos entender por isto: "palavras repetidas e confirmadas mais tarde pela opinião e pela voz pública"?
R - João era considerado geralmente, pelos hebreus, como sendo o profeta Elias que voltara. Precisamente porque a opinião geral via em João o reaparecimento de Elias, é que tantas perguntas lhe foram dirigidas sobre esse ponto, no curso da sua missão, repetindo mais tarde os discípulos a Jesus o que, a tal respeito, diziam os fariseus.

P - Diante das palavras "Elias seria João, João fora Elias", será lícito dizer que as do versículo 17: "Ele irá à sua frente com o Espírito e a virtude de Elias" são a prova da reencarnação?
R - Sim, as palavras do Espírito, ou Anjo, tinham por sentido oculto, e único e verdadeiro, indicar que o Espírito do profeta Elias viria reencarnar no corpo daquele menino que ia nascer de Isabel e de Zacarias.

P - Esse sentido oculto só mais tarde seria explicado pela Terceira Revelação, destinada em explicar em Espírito e Verdade a Lei Natural da Reencarnação, em seu princípio e suas consequências?
R - Certamente, mas esse sentido oculto fora entrevisto desde a origem.

P - Na frase "Os Espíritos do Senhor vestem, muitas vezes - para reerguer a Humanidade - uma libré que aos olhos dos homens é tida por ínfima de acordo com seus preconceitos no tocante às condições sociais. É que o devotamento desses espíritos sabe ser eficaz sob todas as formas", que sentido se deve atribuir a estas palavras: "Uma libré, que aos olhos dos homens, é tida por ínfima, de acordo com seus preconceitos no tocante às condições sociais"? 
R - Falávamos de João. Pensai na condição humílima de Jesus, no ponto de vista do vosso mundo. Que categoria social ocupava ele? Qual a que ocupavam os Apóstolos, os zelosos e fiéis discípulos do Mestre? Homens, não observais ainda hoje, nas classes mais abjetas, segundo o vosso ponto de vista, exemplos de abnegação, de nobreza d'alma que o vosso orgulho desejaria ver somente nas classes elevadas da sociedade? No seio delas, entretanto, é que geralmente, para sua vergonha, menos se produzem esses exemplos.

P - Qual o sentido destas palavras (v. 15): "Ele não beberá vinho, nem bebida alguma espirituosa"?  
R -  Os homens consagrados ao serviço de Deus se obrigavam a uma existência especial. Entre os compromissos que assumiram, estava o da abstenção das bebidas espirituosas ou fermentadas. Os hebreus ofereciam, muitas vezes, um filho ao Senhor, sobretudo se o tinham desejado durante muito tempo e quando se tratava do primogênito, exatamente como, entre vós, muitas mães oferecem seus filhos à Virgem Maria.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

04/02/1970
JOÃO, O BATISTA - IV

P - Foram muito oportunas as lições do CEU, da LBV, sobre o "mistério da morte", que para nós não tem, agora, mistério algum. Quais as instruções da LBV sobre "o mistério do nascimento"?
R - Falam os Evangelistas, assistidos pelos Apóstolos: 
- Quanto ao nascimento nada há de fatal senão o tempo e as condições determinadas para que ele se dê, segundo as leis naturais e imutáveis que regulam a reprodução em vosso planeta. 
Mas o livre arbítrio do homem, ou da mulher, pelas resoluções assentadas antes da encarnação, pode obstar ao nascimento em absoluto, ou temporariamente: em absoluto - subtraindo-se à lei de reprodução pela escolha da prova de esterilidade durante a vida toda; temporariamente - escapando ao influxo dessa lei durante um período de tempo determinado, pelas resoluções anteriores à encarnação, caso este em que a cessação da esterilidade ficará dependendo de atos, ou circunstâncias, que se hão de verificar, como consequência daquelas resoluções do Espírito. De modo que, quando a mulher (até então estéril) se tornou no modo de pensar dos homens, capaz de conceber por efeito do tratamento da ciência, o que se deu foi a ação dos atos ou circunstâncias que haviam de fazer cessar a sua condição de estéril, de acordo com as resoluções que seu Espírito fixara, antes de reencarnar, objetivando passar pela prova da esterilidade temporária.
Com relação àquela em que o tratamento da ciência nenhum resultado produziu, o que se deu foi que o momento não chegou, ou porque a esterilidade deva ser uma condição de toda a sua existência, de acordo com as resoluções tomadas pelo seu Espírito antes de reencarnar; ou porque, devendo a esterilidade ter uma duração limitada, não se verificam os atos ou circunstâncias que, ainda como resultado dessas deliberações, lhe haviam de ocasionar a cessão. A CIÊNCIA DE QUE DISPÕE VOSSA HUMANIDADE MATERIAL, NADA PODE PRODUZIR CONTRARIAMENTE ÀS LEIS DA NATUREZA, DA REENCARNAÇÃO, DA ESCOLHA E DURAÇÃO DAS PROVAS.
Se o Espírito se submeteu, por provação, a uma esterilidade permanente, NADA será capaz de destruí-la. Se, porém, preferiu a alternativa - ou ficar estéril, ou tornar-se fecundo, de acordo com esta ou aquela circunstância, este ou aquele merecimento, então lhe será dado ver modificar-se o seu futuro humano. 
 Figuremos um exemplo: certo Espírito negligenciou de seus deveres de chefe de família ou de mãe dedicada. Toma a firme resolução de reparar seus erros, mas não ousa entrar na esfera da família antes de estar seguro de ter a perseverança necessária; ou se condena a uma longa espera, que lhe torne ainda mais caro o nascimento do filho desejado. Dele, portanto, da sua resolução, dos seus progressos, depende seguir o caminho da constituição do lar. Só então lhe será possível empregar os meios capazes de determinarem a satisfação do seu desejo; só então poderá a ciência ajudá-lo na conquista do seu objetivo, uma vez que, sob as determinações que tomou antes de reencarnar, seus atos, ou uma circunstância, um acidente estranho (na aparência) à sua vontade, o colocam na hora propícia à cessação da esterilidade. Assim, em certos casos, o auxílio da ciência será eficaz, no sentido de concorrer para facilitar, no reencarnado, o desenvolvimento dos fluidos necessários à reprodução. MAS O CERTO É QUE, EM TAIS CASOS, A ESTERILIDADE CESSARIA SEM A INTERVENÇÃO DA CIÊNCIA.
De sorte que os casos, nos quais a esterilidade tenha de cessar, constituem para a ciência (cujo auxílio não é indispensável, de modo algum) apenas motivo de estudo dos meios a empregar, com o fim de desenvolver os fluidos necessários à concepção. 
Não quer isto dizer que deveis renunciar às pesquisas da ciência: ela é um dos meios de realização dos desígnios providenciais.  À ciência compete, pelas suas investigações, levar o homem à descobertas de tudo quanto, até hoje, se considerou como mistério ou segredo da natureza. Assim é que muitos reencarnados se apresentam, na marcha do tempo e do progresso, sujeitos a provas que confirmam os resultados obtidos, as conquistas realizadas.
Compreendei bem o nosso pensamento quanto ao mistério da fecundação humana: ele vos será brevemente explicado, mas só a poder de provações, de estudos, de perseverança, chegará o homem a ler corretamente no livro misterioso. Ora, é exatamente para facilitar as indagações, animar os investigadores, que muitos Espíritos reencarnam, trazendo por missão servir de objeto de estudos, ou de experimentações, se o preferir. Daí vem que, alguns resultados imprevistos, encorajando o homem a tentar pesquisas mais profundas, o levarão - seguindo a marcha progressiva do vosso planeta e da sua Humanidade no caminho da purificação - a compreender as combinações fluídicas que formam a matéria. Então ele saberá materializar os fluidos; mais prudente, porém, e mais humilde, não procurará animá-los, deixando ao Criador o cuidado de lhe enviar a centelha vivificadora. 
Não vos equivoqueis sobre o sentido destas palavras: não se vos diz que o homem, como o oleiro que manipula a argila, para fazer uma imagem que se lhe assemelhe, manejará os fluidos para, à sua vontade os condensar e formar corpos materiais idênticos aos vossos. O que se vos diz, apenas, é que ele saberá compreender, definir, atrair a si os fluidos, para atingir o resultado da formação dos corpos, como sucede em planetas mais adiantados que a Terra, onde os fluidos necessários são atraídos uns para os outros pela simples ação de um duplo e uniforme pensamento. Pois o mesmo acontecerá no vosso planeta, quando houver alcançado este grau de elevação.   

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

03/02/1970
JOÃO, O BATISTA - III

P - Estamos maravilhados com as revelações do Espírito da Verdade, explicando a origem do Precursor de Jesus. E, qual é, segundo a doutrina do CEU, a missão de Zacarias?
R - Zacarias, inconscientemente, era médium, como agora compreendeis muito bem: vidente, intuitivo pela consciência que tinha de sua visão, e audiente. Assim se explica ter visto o Anjo, ou Espírito Superior, e lhe tenha falado. Foi condenado ao silêncio não pela dúvida, porquanto é avisado o homem que se põe em guarda contra o desconhecido, mas para que sua mudez corroborar-se as predições que lhe tinham de ser feitas. 
Insistimos nas palavras do Anjo a Zacarias, a respeito de Elias, palavras estas repetidas e mais tarde confirmadas pela opinião e pela voz pública: sim, Elias seria João, João fora Elias. Os Espíritos do Senhor vestem, muitas vezes, com o fim de reerguer a humildade, uma libré que, aos olhos dos homens, é tida por ínfima, de acordo com os seus preconceitos no tocante às condições sociais. É que o devotamento desses Espíritos sabe ser eficaz sob todas as formas. São raras as manifestações dos grandes Espíritos, por meio de encarnações ou de aparições conforme ao grau de elevação que já atingiram e à natureza espiritual que lhe é própria; mas há épocas de transição que elas são necessárias no vosso planeta, como também nos outros.
Muitos destes, mais adiantados que a Terra, recebem por sua vez Espíritos ainda mais elevados, com a missão de reavivar as aspirações do Bem e da Justiça, sempre que se enfraquecem. 
Podeis reconhecer a origem do Espírito pelo seu presente, como reencarnado: "Mácula alguma se lhe notará na vida; o amor a Deus e ao próximo presidirá todos os seus atos e dominará todos os seus pensamentos. Sua infância será tranquila, isentas dos maus pendores que geralmente se manifestam nas crianças, juventude laboriosa, sobrepujando todos os instintos materiais com amor ao trabalho e ao progresso. Na virilidade, será irrepreensível, pois nenhum abuso, nenhum excesso a conspurcará. Na velhice, será respeitado, venerado, adorado, no sentido humano da vossa linguagem. Essa velhice será o reflexo de uma vida sem mancha aos olhos do Senhor. Nele, encontrarão indulgência a todas as fraquezas; amparo, auxílio, proteção, a todos os desfalecimentos. Esperará serenamente a libertação pela morte". 
São os sinais que vos fazem conhecer que um Espírito Superior desceu ao vosso meio, para ativar e dar novo impulso ao progresso espiritual do vosso orbe.

P - Pretendeu-se, de modo absoluto, que a ciência pode, mediante um tratamento humano,  por termo a esterilidade. Que diz, a respeito, o Espírito da Verdade?
R - Não vedes que muitos doentes morrem, apesar de tratados pela ciência médica, e que outros recobram a saúde? Por que isso? 
Porque para uns soou a hora, enquanto outros têm de prosseguir na sua jornada. O tratamento que, para os homens, fez com que a mulher (até então estéril) concebesse, não falhou em tantas outras? Por quê? 
Porque a hora de uma chegou, ao passo que a outra deve continuar estéril - ou por toda a vida, ou até que chegue a época, e se verifiquem as condições e as circunstâncias de que se resulte a cessação da esterilidade. 
Não vejais, nestes dois pontos de vista, nenhuma fatalidade; não imagineis, sobre os fatos, nenhuma ideia de fatalismo, de predestinação, de escravidão moral: reportai-vos à escolha, que o Espírito faz da natureza e duração das provas. Aqui, temos de repetir, para vosso entendimento: no que se refere à morte, nada há de fatal, senão o natural limite por essas leis fixado como sendo o momento irrevogável do fim humano. Assim, o instante da morte é fatal no sentido de que o livre arbítrio não pode prolongar o curso da vida além desse limite, natural e imutável estabelecido para sua duração.
Entretanto, o livre arbítrio do homem pode deter o curso da sua própria vida em certo ponto, entre o nascimento e aquele limite natural e imutável, QUE SÓ RARAMENTE É ATINGIDO. As resoluções tomadas pelo Espírito antes de reencarnar, quanto ao gênero das provações, à extensão e ao término delas, quanto à duração da existência e aos atos que praticará durante a encarnação, assim como o emprego, o uso ou abuso que ele faz da vida terrena, QUASE SEMPRE O IMPEDEM DE ATINGIR ESSE LIMITE. Dentro da latitude que lhe é conhecida, pode o Espírito mover-se à vontade. E, da maneira por que usa o seu livre arbítrio, quer antes da encarnação (ao fazer a escolha das provas), quer no decurso da existência terrestre, depende o soar para ele no fim de determinado tempo, a hora da morte, sob o império das leis naturais que regem a vida. 
Portanto, para o doente, que morre apesar do tratamento médico, o momento chegou: ou porque tenha atingido o limite natural e imutável, estabelecido para a duração do homem; ou porque tenha atingido o limite restrito que ele próprio traçou, usando de seu livre arbítrio, seja ao tomar suas resoluções antes de voltar à Terra, seja na utilização que fez na existência terrena, isto é, pelos atos que praticou durante a encarnação, ou pelo não preenchimento das condições necessárias ao prolongamentgo da vida do corpo até o término da suas provas.
Tudo isso foi tratado no exame do Quinto Mandamento da Lei de Deus, mas deve ser profundamente meditado, porque a maioria pratica o suicídio lento, sem o saber.
 

terça-feira, 4 de novembro de 2014

01/02/1970
JOÃO, O BATISTA - II

P - O Centro Espiritual Universalista da Legião da Boa Vontade, está prestando um grande serviço ao povo, sedento das verdades eternas. Como o CEU explica a missão de Isabel?
R - Diz o Espírito da Verdade: 
- Acontece com a fecundidade da mulher o que se dá com a fecundidade da planta. Os fluidos, que transportam o pólen para a flor, depositam o germe no seio materno. Mas assim como o pólen se perde no espaço, se não é chegada a hora da reprodução, também o germe humano se aniquila, sem produzir frutos. Não acrediteis que haja, para cada planta, para cada ser organizado, um Espírito especialmente incumbido de lhe comandar a reprodução. 
A ação espiritual existe, mas é geral, exercendo-se sobre a massa. Os fludos que vos cercam são divididos conforme às necessidades - tanto da planta, presa ao solo, quanto do homem que procura elevar-se para o céu. O nascimento de cada novo ser se verifica a seu tempo, e só ao seu tempo. Quer com relação à planta, quer com relação aos animais, a formação dos corpos materiais e o nascimento se dão na hora certa, e obedecem às leis gerais.
Ocorre o mesmo relativamente ao homem, com esta diferença: aí a formação do corpo e o nascimento são consequências de resoluções tomadas (antes da encarnação) pelo Espírito, cujo invólucro material terá de reproduzir ou não, ou reproduzir somente em certas épocas, de acordo com aquelas resoluções. 
Como sabeis, o Espírito escolhe suas provas. Não lhe cabe compor a matéria do corpo que há de revestir; mas, conforme as provações escolhidas, ele pede, antes de reencarnar, que esse corpo seja adequado às provas que lhe cumpre enfrentar. É, pois, o Espírito que, pela ação da sua vontade, congrega os elementos necessários e repele os impróprios ao fim visado. Quem prepara esses elementos são os Espíritos prepostos à formação dos corpos em geral. 
Eles atraem as matérias animais, para as condensar e formar os corpos, desempenhando assim, segundo as leis gerais, o encargo que lhe toca na parte humana dos reencarnados, a fim de que esses corpos sejam apropriados ao gênero de provas que os Espíritos terão de suportar: daí as diferentes posições no seio da Humanidade. 
Ora, o Espírito que vai continuar as suas provas pede, antes de reencarnar, seja a fecundidade material, seja a esterilidade durante todo o tempo da existência, seja ainda a esterilidade ou a fecundidade temporárias, que cessem em épocas determinadas, de acordo com o gênero das provações escolhidas.
Resulta que o Espírito, desde os primeiros momentos da encarnação, atrai ou repele os fluidos favoráveis à procriação. Daí os nascimentos inoportunos ou a ausência da concepção: em tais casos, a influência e a ação espirituais apenas se verificam como resultado do pedido do próprio Espírito, isto é, da sua vontade, no momento em que escolheu as provas. Os Espíritos prepostos à formação dos corpos, em geral, agem desde o primeiro momento, para determinar a fecundidade ou a esterilidade, congregando ou dispersando os fluidos necessários à fecundação, até aquele instante em que as condições do reencarnado devam mudar.
Uma vez disposto e preparado o corpo para o gênero de provas escolhido, quer se trate de esterilidade, quer da fecundidade, antes que o ocupe o Espírito para quem ele foi formado, submetidos os fluidos respectivos à direção dos Espíritos prepostos, estes se limitam a exercer a vigilância precisa para que a prova siga ao seu curso, para que os acontecimentos se realizem convenientemente. 
Assim, o Espírito que escolheu a prova da esterilidade temporária, tomando o corpo com o que a suportará, repele, durante certo tempo, os fluidos que servem à fecundidade e, terminado esse tempo, passa a atrair os mesmo fluidos, sempre sob a vigilância dos Espíritos prepostos.
 Agora, procurai refletir: Zacarias, marido de Izabel, no uso de seus direitos, rogara muitas vezes ao Senhor que o libertasse do opróbrio que pesava sobre o seu lar, concedendo-lhe um filho. Isabel, por sua vez, tinha pedido - dentro das linhas da missão que escolhera e para servir aos desígnios do Senhor - a esterilidade temporária. Daí vem que as condições humanas não se mostraram de molde a favorecer a maternidade, até ao momento em que aqueles designios se haviam de cumprir. 
Aos olhos dos homens, a súplica de Zacarias foi ouvida, pois se verificou o nascimento desejado; mas, do ponto de vista espiritual, o que se deu foi a cessação da prova da esterilidade. Tendo soado a hora da concepção e do nascimento, veio ao mundo aquele que seria o precursor de Jesus.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

31/01/1970
JOÃO, O BATISTA - I

P - Qual a interpretação que o CEU da LBV dá ao Evangelho de Jesus segundo São Lucas, I: 5 a 25?
R - A mesma dos Evangelistas, assistidos pelos Apóstolos. Vejamos esta passagem evangélica:
         
         5 - Havia, sob o reinado de Herodes, rei da Judéia, um sacerdote
          chamado Zacarias, da turma de Abias (a oitava das vinte e quatro
          que David sorteara para servirem no templo cada uma   por    sua
          vez); e sua mulher pertencia, também, à raça de Arão e se chama-
          va Isabel. 6 - Eram justos aos olhos de Deus e obedeciam a todos
          os mandamentos e ordem do Senhor, de modo irrepreensível. 7 -
          Não tinham filhos, por ser Isabel estéril e estarem ambos avança-
          dos em anos. 8 - Ora, desempenhando Zacarias suas funções    sa-
          cerdotais perante Deus, na vez da sua turma, 9 - sucedeu que,  ti-
          rada a sorte, conforme ao que era observado entre os sacerdotes,
          lhe tocou entrar no santuário do Senhor, para oferecer os  perfu-
          mes, 10 - enquanto a multidão, do lado de fora, orava no momen-
          to de serem os perfumes oferecidos. 11 - Um Anjo do Senhor apa-
          receu a Zacarias, conservando-se de pé, à direita    do   altar    dos
          perfumes. 12 - Vendo-o, Zacarias ficou todo perturbado e o pavor
          se apoderou dele. 13 - Mas o Anjo lhe disse:  "Não   tenhas   medo,
          Zacarias, porque a tua súplica foi ouvida e Isabel, tua esposa,   te-
          rá um filho ao qual darás o nome de João. 14 - Exultarás com isso
          de alegria, e muitos se rejubilarão com o    seu   nascimento;    15 -
          Pois ele será grande aos olhos do Senhor, não beberá vinho   nem
          bebida alguma espirituosa, será cheio do Espírito Santo desde   o
          seio materno; 16 - converterá muitos dos filhos de Israel   ao  Se-
          nhor Deus;   17 -  e irá à sua frente,  com o Espírito e a virtude   de
          Elias, para atrair os corações dos pais aos filhos e os   incredulos
          à sabedoria dos justos, a fim de preparar para o Senhor um povo
          perfeito". 18 - Zacarias disse ao Anjo: "Como me certificarei dis-
          so, sendo já velho e estando minha mulher em idade avançada?"
          19 - O Anjo respondendo lhe disse: "Sou Gabriel, sempre presente 
          diante de Deus, e fui enviado para te falar e te dar esta boa nova.
          20 - Vais ficar mudo, e não podereis falar, até o dia em que   estas
          coisas acontecerem, por não haveres acreditado nas minhas   pa-
          lavras, que a seu tempo se cumprirão". 21 - O povo esperava   Za-
          carias, e se admirava de que estivesse demorando tanto   no tem-
          plo. 22 - Mas, quando ele saiu sem poder falar, todos  compreen-
          deram que tivera uma visão no santuário, pois isso lhes  dava en-
          tender por sinais, e ficou mudo. 23 - Decorrido os dias do seu mi-
          nistério sacerdotal, voltou para   sua   casa.    24 - Tempos depois,
          Isabel,  sua mulher, concebeu. E se ocultou durante cinco meses,
          dizendo:  25 - "Esta é a graça que o Senhor me fez, quando se dig-
          nou de me tirar do opróbio diante dos homens".

O nascimento de João, como filho de Isabel, tinha por fim impressionar, desde logo, o espírito público. 
Isabel era estéril, isto é, não havia concebido até então, e tal se dera por ser da sua missão servir aos desígnios do Senhor. A esterilidade, aqui, se deve entender no sentido de que Isabel, que ainda não chegara, em idade, aos limites extremos além dos quais cessa a fecundidade, segundo as leis naturais da reprodução em vosso planeta, estivera sem filho até aquele momento.
É o que verificais, pelas palavras do Anjo à Virgem Maria (versículo 36), falando de Isabel: "Ela é chamada estéril". De qualquer efeito, na humanidade, se deve procurar a causa nos antecedentes da vossa existência, visto que nenhum ato, praticado em precedente encarnação, deixa de ser consequência. 
O homem, como sabeis, nasce e morre muitas vezes, antes de chegar ao estado de perfeição, no qual gozará, em toda plenitude, das faculdades espirituais, isto é, em que possuirá a Caridade e o Amor perfeitos, o conhecimento de Deus e de suas obras, o conhecimento da Verdade sem véu na ordem física (material e fluídica) e na ordem espiritual (moral e intelectual), pela ciência adquirida de tudo o que vive, existe e se move na imensidade da criação. Tal sucede quando o Espírito atingiu a culminância da perfeição sideral, e ainda lhe deixa aberto e por percorrer, do ponto de vista da ciência universal, o caminho do infinito.  
Cada uma das existências, que se sucedem, é solidária com aquelas que a precedeu. E, se os atos não foram culposos, muitas vezes o Espírito - aceitando missão no vosso planeta - também aceita uma série de fatos que hão de acontecer, apesar da repugnância que, à sua condição de reencarnado, devam causar e causem. 
Assim, Isabel - fazendo parte do grupo de espíritos que pediram e obtiveram a missão de auxiliar Jesus na sua obra regeneradora - aceitara a sua condição de mulher, e mulher estéril, o que era tido por opróbrio entre os judeus, a fim de tornar MAIS RUIDOSO o nascimento de João. Assim, igualmente, Zacarias aceitara viver sem filhos: porque a libré da carne lhes tenha feito esquecer os compromissos tomados na vida espiritual, estes não se tornaram menos reais. E haviam de produzir as consequências inevitáveis.

    
             

domingo, 2 de novembro de 2014

30/01/1970
A LETRA MATA

P - Estamos radiantes com as lições do Centro Espiritual Universalista da LBV,  preparatórias da UNIFICAÇÃO DAS QUATRO REVELAÇÕES DE JESUS. Qual o processo que o CEU adotará para análise da Segunda Revelação?
R - O Apóstolo Paulo deixou uma advertência que vos deve orientar: "A letra mata, o Espírito vivifica" (II aos Coríntios, III: 6). Antes, o Mestre de Paulo, e de todos os Apóstolos, declarou: "O Espírito é que vivifica; a carne de nada serve. As palavras que Eu vos digo são Espírito e vida" (Evangelho segundo São João, VI: 64). Agora, damos início à Segunda Revelação, começando pelos Evangelhos Sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas), reunidos e harmonizados para facilitar o entendimento do povo, usando a linguagem mais simples do Unificador.
          LUCAS, I: 1-4 - 1 - Tendo muitas pessoas empreendido escrever a 
           história das coisas realizadas entre nós, 2 - de acordo com     que
           nos transmitiram aqueles que, desde o princípio, as viram     com
           seus próprios olhos e foram os ministros da Palavra, 3 - pareceu-
           me excelentíssimo Teófilo, conveniente, - depois de haver   infor-
           mado exatamente dessas coisas, desde o seu início - narrar-te  to-
           da a série delas, 4 - para que conheças a verdade da doutrina  em
           que foste instruído.

Os Evangelistas eram, sem o saberem, médiuns historiadores inspirados, mas dentro dos liames da humanidade, guardando em face da aptidão carismática, a independência da natureza que lhe era peculiar. Assim, quando escreviam, captavam a intuição dos que os auxiliavam em suas narrativas. Escreviam, ou de acordo com o que tinham visto, ou com o que lhes fora revelado por aqueles que - como diz Lucas - viram com seus próprios olhos as coisas, desde o princípio, e foram os ministros da Palavra. Mas a intuição lhes vinha da Inspiração Divina, por intermédio de Espíritos Superiores, que desempenhavam o papel de Ministros de Deus, agindo sobre a natureza humana, livre e falível de cada um deles. 
O homem precisa compreender que, seja qual for o objetivo que se lhe dê por meta, forçoso é se humanizarem os meios postos à sua disposição; por conseguinte, esses meios se tornam imperfeitos, PORQUE NADA HÁ DE IMPECÁVEL NAS OBRAS HUMANAS. A cada Evangelista cabia, no quadro geral, uma parte da narração. Os tradutores e interpretadores, frequentemente, falsearam a intenção primitiva. As palavras dos Apóstolos passaram de boca em boca, durante muito tempo, antes que fossem escritas, o que deu a causa, de certo modo, às diferenças que se notam nos Evangelhos. Levando em conta o que, as relações mediúnicas há de particularmente humano, e por isso capaz de embaraçá-las, tereis desvendado o segredo dessas diferenças, aliás, POUCO IMPORTANTES EM SI MESMAS. Não podendo deixar de ser assim, os Evangelistas - em certos casos que vos serão assinalados - ficavam privados da inspiração, entregues ao próprio critério em alguns pontos da narrativa, oriundos da voz pública, até que o ESPÍRITO DA VERDADE VIESSE EXPLICÁ-LOS E TORNÁ-LOS COMPREENSÍVEIS. 
As divergências apontadas servem, exatamente, para testar a autenticidade dos Evangelhos. Se os Evangelhos tivessem sido falsificados, não somente pela errônea interpretação dos tradutores, nada seria mais fácil que pô-los de acordo todos os quatro.
As divergências, repetimos, DEVEM SER CONSIDERADAS COMO A CARACTERÍSTICA DA VERACIDADE DELES. Visto que sempre há erro em tudo o que é humano, as diferenças nos Evangelhos são devidas à condição humana dos narradores, que conservavam a independência da natureza que lhes era particular, ainda quando sob a inspiração que os auxiliava. Mas estas disparidades não atingem, absolutamente, nem a base nem os elementos da REVELAÇÃO MESSIÂNICA, isto é: nem a origem, senão divina nos sentido próprio da palavra, ao menos perfeitamente pura e imaculada do Cristo; nem sua missão de AMOR AINDA INCOMPREENDIDO que é a do Novo Mandamento; nem a Doutrina que pregou, Doutrina que não é sua, mas do Pai que o enviou; nem as verdades eternas que trouxe; nem suas predições e promessas; nem o modo velado pela letra, da revelação que o Anjo (o Espírito Superior) fez a Maria e José, do seu aparecimento e da sua passagem pela Terra; nem sua vida humilde, pura, irrepreensível, quer do ponto de vista humano, quer do ponto de vista espiritual; nem os fatos chamados milagres, operados por ele durante a sua permanência entre os homens; nem sua "morte" infamante; nem o desaparecimento do seu corpo dentro do sepulcro, não obstante estar selada a pedra que o fechava; nem sua "ressurreição", nem suas aparições às mulheres e aos discípulos; nem sua volta definitiva à natureza espiritual que lhe era própria, na época denominada "ascensão". Sendo assim fiéis, cada um dentro do seu quadro, os Evangelhos se explicam e se completam mutuamente, formando o conjunto da obra da REVELAÇÃO MESSIÂNICA. 
Não vos agarreis às contradições de palavras ou diferenças de minúcias, todas secundárias, sem nenhum valor, e que não afetam a mensagem do Mestre. Olhai com mais amplitude para a tarefa que vos foi confiada: revelar os "mistérios", que darão a conhecer os povos, em Espírito e Verdade, quem é o Filho e prepará-los para saber quem é o Pai. 
Tendes de patentear aos olhos de todos a Verdade, tal como precisa ser vista e admirada, mas nos seus fatos principais, não em particularidades sem importância alguma. O tempo corre, vossas horas estão contadas,  não as desperdiceis em tardanças inúteis. Ocupai-vos com os fatos graves, que possam alterar a fé ou que tenham sido adulterados pela tradição. Passai, sem vos deterdes, pelas críticas baseadas em minudências, dignas de prender somente a atenção das crianças ou adultos pueris, evitando controvérsias que não vos edificam.
Não confundais nunca, nos Evangelhos, as palavras ditas pelo Mestre, os atos por ele praticados, as revelações e os acontecimentos reais, com o que em tais narrativas, reflete e reproduz, como havia de suceder, as impressões, opiniões e interpretações dos homens da época, feitas de acordo com seus preconceitos, ou com as tradições relativas a essas palavras, a esses atos, revelações e acontecimentos, à natureza e ao caráter que revestiam. Reuni e harmonizai os versículos que, nos Evangelhos segundo Mateus, Marcos e Lucas, se correspondem, a fim de, submetendo a um só comentário os sinóticos, evitardes as repetições.
Os Evangelhos são um conjunto de fatos ocorridos, ligados entre si, sem estarem sujeito a uma ordem cronológica. Ao comentardes separadamente o Evangelho segundo São João, ainda para evitar repetições, vos reportareis as explicações necessárias que já tiverdes recebido, com relação aos pontos correspondentes, nos três primeiros. A este respeito, todavia, seguireis a direção que vos dermos, e fareis sob os nossos olhos a classificação.  
 

sábado, 1 de novembro de 2014

29/01/1970
REENCARNAÇÃO

P - Hoje, em nosso posto familiar que é a Igreja de Deus em Casa, o irmão católico não entendeu o que chama de "teoria da reencarnação". Qual, a respeito, a orientação do CEU da LBV?
R - Não se trata de teoria, mas de uma Lei, atestada pelo fato de poder o Espírito habitar, sucessivamente, muitos corpos.

P - Por que devemos crer na Lei da Reencarnação?
R - Porque somente ela explica as diferenças materiais, morais e intelectuais que se notam entre os homens. Não é criação do Espiritismo: é mais antiga que o planeta que habitais.

P - Quais as diferenças materiais?
R - As de fortuna, saúde, formação física e tantas outras.

P - Quais as diferenças morais?
R - A variedade dos caracteres humanos, em escala impressionante.

P - Quais as diferenças intelectuais?
R - Os diversos graus de inteligência, que se patenteiam logo na infância. E mais tarde vos falaremos das DIFERENÇAS ESPIRITUAIS.

P - É um fato provado a reencarnação?
R - Sim, pelas aptidões inatas dos homens e pelas Revelações dos Espíritos. Nos tempos mais remotos, os maiores homens a professavam, convictamente. O Decálogo já a incluía, como demonstramos. 

P - Jesus também a professou?
R - Sim, em vários pontos dos Evangelhos, como iremos demonstrar examinando toda a Segunda Revelação: Mateus, Marcos, Lucas e João.

P - O Espírito encarna sempre em condições mais felizes que as anteriores?
R - É o que geralmente acontece, mas o contrário também se pode dar.

P - Qual a razão disso?
R - É que, quando o Espírito conhece as causas da situação em que se encontra e o que deve fazer, para sair dela, pede a prova em que melhor possa expiar e reparar suas faltas.

P - Como se explica o fato, tantas vezes observado, da manifestação de grandes talentos em crianças?
R - Pelas aptidões inatas, de suas vidas anteriores.

P - Que devemos entender por aptidões inatas?
R - A recordação dos seus conhecimentos de encarnações precedentes. Eis alguns casos: Jesus, aos doze anos ensinando os doutores; Mozart, aos sete, compondo música; Pascal, ensinando matemática aos doze; Mondex, que aos sete não encontrava problema que o embaraçasse; Van de Keerqkover, pintor aos dez; Inaudi, hábil calculador aos oito; e tantos, tantos mais.

P - Podemos atribuir também a essa causa a precocidade de certos criminosos?
R - Claro que sim. O criminoso é um Espírito imperfeito que se desviou do bom caminho.

P - Os selvagens são seres como nós?
R - Sim: são Espíritos que progrediram pouco, por terem menos encarnações.

P - Qual a necessidade de reencarnarmos muitas vezes?
R - A do nosso aperfeiçoamento, a fim de nos tornarmos dignos da felicidade que nos está reservada por Deus.

P - Onde reencarna os Espíritos?
R - Na Terra e nos outros mundos, a que chamais planetas e estrelas. 

P - É a Terra comparável aos outros planetas?
R - A Terra é um dos menores planetas do Sistema Solar: Urano é 74 vezes maior que ela; Netuno - 100 vezes maior; Saturno - 864; Júpiter - 1.300 vezes maior que a Terra. Esse último não está sujeito às vicissitudes das estações nem às bruscas alternativas da temperatura: é favorecido por uma primavera constante, isto é, sem frio nem calor.

P - Que são as estrelas?
R - Sóis, como aquele que é o CENTRO do vosso Sistema Planetário. Se alguns deles (não obstante serem milhões de vezes maiores do que a Terra) vos parecem pequenos, é porque estão a imensa distância do vosso mundo.

P - Para que foram criados esses mundos?
R - Deus não criou nada inútil. Esses mundos são habitados por seres que nem sempre podem ser vistos ou fotografados.

P - É infinito o espaço?
R - Sem dúvida. Se lhe puserdes um limite, que haverá além dele?

P - Existe o vácuo absoluto?
R - Não: o próprio espaço é ocupado pela substância que a ciência denomina éter.

P - Que e que constitui o Universo?
R - O Universo compreende a infinidade dos mundos que povoam o espaço infinito; todos os seres classificados pelo homem como animados e inanimados; todos os astros; todos os fluidos e todos os seres espirituais.

P - Como se forma os mundos?
R - Pela condensação da matéria disseminada no espaço ou matéria cósmica.

P - Também os mundos desaparecem?
R - Com o tempo, tudo se transforma no Universo, a fim de se cumprir a Lei do Progresso.

P - A constituição física é a mesma em todos os mundo?
R - Não. Às vezes, eles diferem em tudo, e o mesmo acontece com os seres que os habitam.
 

  A DOUTRINA DO CEU   P – Qual a Doutrina do Centro Espiritual Universalista da LBV?   R – Ela unifica, neste fim de ciclo, todos os...